7.9.09

Porrada



O vídeo chocante tem 3 anos e continua eficaz p/ sinalizar o quão monstruoso é o preconceito.

Redes sociais são responsáveis por 62% do tráfego na internet brasileira

As redes sociais estão ocupando cada vez mais a atenção dos internautas brasileiros e tirando o espaço dos sites de conteúdo adulto. Segundo um levantamento da Hitwise realizado durante 12 semanas no Brasil, 4% das pessoas que acessam a internet procuram sites de conteúdo adulto, enquanto que nos EUA o número é quase o dobro, 7%.

Esse é um dos resultados apresentados por Bill Tancer, CEO da agência e especialista em comportamento on-line, além de autor do livro “Click: o que milhões de pessoas estão fazendo on-line e porque isso é importante”, lançado no país pela Editora Globo. O executivo esteve no Brasil esta semana apresentando as conclusões do estudo, que elaborou um ranking com os 10 sites mais visitados no Brasil.

O Google domina a lista, ocupando as quatro primeiras posições com Google Brasil em primeiro, seguido por Orkut, Google.com e YouTube. Também reaparece em sexto, com o Google Images. A boa colocação do Orkut no Brasil reforça a tese do executivo de que o crescimento de redes sociais está fazendo com que visitas a portais com conteúdo pornográfico estejam em queda. A estimativa é de que os sites de relacionamento sejam responsáveis por 62% do tráfego da internet no Brasil.

“As ações falam mais alto do que as palavras”

Nos Estados Unidos, as redes sociais também provocaram uma baixa na audiência de sites adultos, que já chegou a atrair 16% dos internautas locais. Segundo a companhia, desde 2007 a audiência desse tipo de conteúdo tem caído nos países que a empresa atua, mas costuma crescer no inverno.

“O comportamento do internauta muda a cada dia. Os profissionais de Marketing precisam estar mais atentos a isso. A Internet dá muitas informações valiosas sobre o consumidor”, aponta Bill Tancer, para quem “Se as ações falam mais alto que as palavras, verifiquemos os cliques”.

Segundo o executivo, é preciso ter cuidado para manter a privacidade dos usuários, não coletando dados individuais sobre nenhum usuário, mas sim observando padrões ao analisar uma grande quantidade de internautas. O anonimato ou falta de contato pessoal também podem ser uma oportunidade para as empresas que vendem produtos e soluções que envolvem emoções delicadas. “É mais fácil atrair o consumidor que tem vergonha de adquirir determinado produto na internet do que em uma loja física”, explica.

Diferenças entre consumidor off-line e on-line diminuem cada vez mais

A liberdade na internet também abre espaço para o consumidor tomar mais coragem e acabar denegrindo a imagem da empresa, esteja ele com a razão ou não. Para combatê-la, Tancer defende um diálogo um-a-um no ambiente virtual. “É preciso responder ao máximo cada consumidor que entra em contato com a empresa através da internet”, recomenda.

As diferenças do consumidor off-line e on-line, no entanto, estariam ficando cada vez mais complexas de mensurar à medida que mais usuários adentram o espaço, fazendo com que o seu comportamento no mundo físico se refletisse no mundo virtual. Um exemplo é o dado de que o fluxo de visitas aos sites de conteúdo adulto cai aos domingos, dia de comparecer à igreja.

fonte: Mundo do marketing

recomendei o livro Click na edição 98 da newsletter.

Não é o que você está pensando...



O comercial do jornal já tem um tempinho mas ainda é um exemplo bem-humorado de como a escolha de apenas um ângulo pode ser uma tremenda sacanagem.

Ferramenta essencial para mulheres modernas

 Divulgação
O aspirador tem quase 4 mil cristais Swarovski

Quanto você gastaria com um aspirador de pó? A Electrolux lançou na Europa uma edição especial do ErgoRapido, incrustado com 3.730 cristais Swarovski, vendido pela bagatela de 20 mil dólares. Com design assinado pelo estilista polonês Lukasz Jemiol, a peça não precisa nem ser guardada na área de serviço. Quase uma joia, o aparelho funciona até como elemento decorativo.

O aspirador é leve e tem um cabo ergonômico. Quando não está sendo usado, fica encaixado em uma base que, plugada na tomada, permite que a bateria esteja sempre carregada. Quem estiver disposto a investir tanto em um aspirador ainda pode escolher a cor, já que o produto está disponível nos tons preto, branco, rosa, laranja e dourado. A edição especial do ErgoRapido com cristais Swarovski não está disponível para venda no Brasil.

Fonte: EPOCA

Duplo sentado

Como um anúncio desses é aprovado? Não fazem mais pessoas
com malícia como antigamente.

Nova Seleção Brasileira

 Reprodução

TÉCNICO: FERNANDO HENRIQUE – Na teoria é uma maravilha, mas quando jogava não era lá essas coisas.
SARNEY – Excelente para a defesa. Faz muitas faltas, mas nunca é expulso de campo.
IDELI SALVATTI (goleira) – Defende tudo o que vier pela frente, é só o técnico mandar.
RENAN CALHEIROS – Jogador resistente. Apanha, apanha e não cai nunca.
COLLOR – Fôlego incrível. Quando todo mundo pensa que ele está morto, ele ressuscita. O problema é que vive impedido.
SUPLICY – Ótimo para jogadas aéreas, porque está sempre com a cabeça nas nuvens.
HELOÍSA HELENA – Boa no ataque, mas ainda não mostrou resultados.
GILMAR MENDES – Encarregado de soltar o time quando a equipe estiver um pouco presa.
DILMA – Grande esperança de fazer gols, ainda não deslanchou. Joga muito colada em Lula.
LULA – Tem de organizar a equipe, mas fala demais em campo e joga muito para a galera.
MERCADANTE – Faz a ligação de ataque e defesa: vai e volta de suas posições numa velocidade impressionante.
VOCÊ – Sempre leva bola nas costas.

Fonte: EPOCA

(Nelito Fernandes escreve aos domingos.)

A lição dos franceses sobre a arte de viver

Francesas relaxam à tarde no Jardim de Luxemburgo: nada de celular ou notebook em suas mãos

Ludita. Ser ou não ser?

Estou pensando se não deveria me tornar um neoludita, e me insurgir contra a tecnologia como fizeram os integrantes de um grupo de pessoas revoltadas contra as máquinas no início da Revolução Industrial, na Inglaterra, no século XIX. Os luditas, nome que derivou de seu líder, Ned Ludd, invadiam fábricas e quebravam máquinas por ver nelas o símbolo da desumanização da sociedade. Máquinas, do ponto de vista da razão, significavam um progresso formidável da economia capitalista. Mas, para os luditas, elas acima de tudo substituíam os homens nas fábricas e matavam empregos.

Eram o inimigo a ser batido. Homens versus máquinas, esta a essência da visão dos luditas. Todos sabemos quem triunfou.

Os neoluditas dos tempos modernos prestam um tributo a seus ancestrais, avassaladoramente derrotados pelas engrenagens, e se rebelam contra as novas tecnologias. Evidentemente serão batidos, como foram os seguidores de Ned Ludd. Mas eles têm um ponto do qual só os fanáticos da conexão ininterrupta aos computadores podem discordar: a tecnologia, para as pessoas, fez o oposto do que se esperava dela.

A promessa era mais facilidade, mais rapidez para trabalhar. Em conseqüência, menos horas nos escritórios. Mas.

Mas a realidade é o oposto.

Numa viagem jornalística à pequena Perúgia, na Itália, uma cidade universitária com ares medievais, notei pessoas andando pelas ruas com celulares nos ouvidos. Era hora do almoço, elas estavam engravatadas, e ali ao celular na verdade elas estavam trabalhando. Isso numa cidade pequena. Em Londres, o celular nas calçadas em que as pessoas andam apressadas é uma presença constante, a imagem neurótica da continuação das tarefas do escritório. Bem como o laptop nas mesas de restaurantes e cafés, incluídos os finais de semanas. Para não falar nos Blackberries e similares em que emails profissionais são trocados em regime de 24 por 7. Vinte e quatro horas, os sete dias da semana.

Um momento: a tecnologia não ia diminuir a carga de trabalho?

Outro dia a matéria mais lida no site do New York Times mostrava a rotina de uma típica família americana de classe média. O café da manhã era a primeira atividade. Mas foi substituído pelas telas de laptops, nas quais os pais checavam mensagens e faziam todas aquelas coisas que conhecemos. Só depois disso a família se reunia à mesa. A prioridade estava na conexão digital, não familiar.

A tecnologia é um bem se você a controla. É um mal se você é controlado por ela. É mais fácil falar isso do que praticar. Quantas madrugadas, ao despertar por algum motivo, em vez de simplesmente voltar a dormir, peguei o celular na cabeceira e fui checar os emails de trabalho? Eu estava sendo absolutamente comandado pela tecnologia, escravo e não senhor dela. Leia +.

Paulo Nogueira, na Época.

Amigo que é amigo...

Você já pensou o que será de seu pet quando você for arrebatado para viver nas mansões celestiais? Quem irá cuidar do seu animalzinho de estimação? Pois bem! Seus problemas acabaram! Um grupo de ateus lançou um serviço especialmente talhado para aqueles servos de Deus que estejam preocupados com seus pets...

A ETERNAL EARTH-BOUND PETS cuidará de seu bichinho por pelo menos 10 anos, após o arrebatamento, por preço módico. Você pode até mesmo dar uma espiadinha no Contrato e Forma de Pagamento ou ainda conhecer os Termos e Condições para a prestação do serviço, tudo online.

Uma verdadeira mão na roda para quem tiver a certeza de que será arrebatado...

Acabou-se tudo

6.9.09

Despetalando a última flor do Lácio (97)

Até o Domingão do Faustão tem seus momentos de Rede TV! =)
dica do Jarbas Aragão

Quem nos segue... (24)

Aê galera,

Domingão chuvoso e cinza em Sampa. Dia legal p/ hibernar sob o edredon em companhia agradável. De livros inclusive... rs

A campanha p/ o Blogbooks avança p/ a etapa final. Na nova prévia divulgada na quinta-feira, o Pavablog# continua na segunda posição. Clique aqui p/ votar e ajudar a gente a alcançar a liderança.

Bora conhecer os novos seguidores do blog. Muuuito obrigado a todos pela deferência e carinho! =)

big abraço e ótemo feriadão p/ todos.

Rewind (24)

Tá postado
Deus usa os loucos para confundir os sabios....enquanto muitas criaturas ficam falando asneiras ela ministra a palavra de Deus....que ela continue sempre muito louca pelo sr Jesus assim como tb sou....ai outra coisa parem de ficar falando mal da ungida do Deus vivo,pois quem planta colhe....vcs tem palntado coisas boas.......ainda que vc autor do blog nao poste meu comentario pense bem nisso.

comentário recente em Menina pastora louca, post de 5.10.06.

Bundas quadradas
Que bom e ver todos aqui alegres e rindo da situação. mas o que cada um de voces (e ate eu mesmo) estamos fazendo para mudar isso?ohh galera nao se enganem em pensar que coment's na net como esse podem mudar esta situação do critianismo brasileiro.. sentar em uma cadeira e escrever coisas " a q bacana... morri de rir.. e valeu e num sei oq mais" nao muda nada!!! Se existem inconformados aqui!! entao lutem por suas causas.

novo comentário em Como formar um conjunto gospel de sucesso, post de 31.3.09.

Tenham dó, ré e mi
Pode-se contar os idiotas do mundo, são os mesmos números de fieis da Igreja Universal. Pare gente, vamos pensar e ler mais a bíblia.... tenham dó de si mesmos não fiquem ouvindo quialquer lorota que os outros contam...

+ um comentário em Via Blog Edir Macedo crítica novela global, post de 12.5.09.

Livin' la vida loca
Meu Deus, quanta heresia! Os escritos sagrados são bem claros e nos mostram que o número 666 pertence à besta e não a segunda encarnação de Jesus Cristo. O nosso Senhor Jesus Cristo era em tudo humilde e que Jesus "Homem" é esse que anda coberto de ouro? E ainda tem o número da besta tatuado no braço?? E como se não bastasse, é um Jesus Cristo que aprecia demasiadamente música secular, principalmente; Rick Martin!

comentário recente em Crescendo em (des)graça, post de 16.10.07.

Nota dez (41)



Vídeo sensacional dirigido por Masashi Kawamura, Hal Kirkland, Magico Nakamura e Masayoshi Nakamura. Mais de 1,2 milhão de cliques no YouTube.
dica do Jarbas Aragão

Didi Mocó (2)

fonte: blog do Jasiel Botelho

Somos todos hipócritas


Leonardo Gonçalves

A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis, ambas com o mesmo significado etimológico: Ator.

Somos ótimos atores. Fingimos ser pessoas que não somos, ter virtudes e sentimentos que amiúde não temos, e nos esforçamos para crer naquilo que, muitas vezes, não cremos. Dizemos amar quando não amamos, sorrimos pra manter as aparências, quando na verdade temos o coração dilacerado. E aqueles que dizem ser verdadeiros, na maioria dos casos, apenas são atores melhores, com mais experiência e ensaio.

Toda essa desgraça está tão engranzada na gente, que já não é possível divisar a ação e a pessoa: Somos hipócritas, e fim de papo. Fechamos os olhos durante o louvor para parecer espirituais. Dizemos sentir a presença de Deus quando na maioria das vezes o que sentimos é apenas emoção. Damos o dízimo só para agradar o pastor.

Somos hipócritas quando vendemos milagres; somos hipócritas quando refutamos os camelôs da fé, só para posar de santinhos para a galera. Somos hipócritas quando não perdoamos, e somos duas vezes filhos do inferno quando perdoamos só para nos sentir superiores. Somos santinhos do pau oco, isso sim.

E neste ponto do discurso eu poderia dizer que estou cansado de hipocrisia e que nós, como homens e mulheres de Deus, deveríamos tirar a máscara e revelar ao mundo quem nós somos de fato, mas isso transformaria este discurso em um discurso hipócrita, pois “quem deseja tirar a máscara e sair do armário?” Mais vale um hipócrita enrustido do que um sincero morto. Sim, porque se revelássemos nossa verdadeira face e intenções, nossos melhores amigos se demudariam em desafetos, nossos casamentos ruiriam, nossos filhos nos odiariam, as comunidades se dissolveriam e seriamos condenados ao ostracismo social. Correríamos até, risco de morte!

Portanto, não sejamos hipócritas ao ponto de dizer que desejamos não ser hipócritas! Reconheçamos nossa hipocrisia e peçamos de Deus o perdão. Desejar eu não desejo, mas como cristão tenho o dever de ser verdadeiro, portanto, me esforçarei para ser sincero, me embuirei de valor e confessarei a todos os leitores deste blog: Eu sou um grande hipócrita, um verdadeiro facínora, um grande pecador, dono de uma mente devassa e calculista, de inclinações malditas (Como se você já não soubesse).

E que assinem embaixo, nos comentários, todos os hipócritas, devassos, bandidos, salafrários, sacripantas, facínoras, debochados, bandoleiros, mentirosos, impúdicos, que são tão pecadores que ninguém, exceto Deus, pode livrá-los dos portões do inferno.

fonte: Púlpito cristão

Quem não se acha um hipócrita que atire a primeira pedra...

Um hino contra a desilusão

Ouço, ao fundo, no prédio da escola ao lado o Hino Nacional Brasileiro. Imagino que crianças, que não devem entender dez por cento da letra que arrastam, cantem a canção, talvez em pé e mãos nos peitos. Talvez aplaudam no final.

Pode não ser muita coisa, mas é algo que fazem com um sentido coletivo, porque, desde cedo, todos somos empurrados para a lógica irrefreável do "cada-um-por-si".

Os estrangeiros no Brasil nos vêem solidários, fraternais, grupais. Num restaurante, por exemplo, quando uma mesa canta "parabéns", as outras fazem coro. No entanto, quando se trata de civismo, parece que o máximo a que chegamos é uma fugidia emoção durante o hino da Pátria. Aí somos o que somos: totalmente "cada-um-por-sistas". E um país não se faz sem o sentimento do grupo, da coletividade, da comunidade, da nacionalidade. E este nos falta.

Os segundos brasileiros (supondo que os habitantes primevos da terra brasilis foram os primeiros) vieram com a ilusão de que ficariam ricos aqui mas aqui não ficariam. É possível que o gene "o-que-importa-é-eu-me-dar-bem" tenha sido transferido para outras gerações, começando nas famílias (o único lugar em que o sentido de grupo ainda permanece) e chegando aos palácios, lugares imaginados para serem ocupados temporariamente por uns em benefício de todos, mas que têm sido sonhados como espaços de fabricação de pés-de-meia próprios.

O resultado é que as pessoas em quem haja ainda algo sentido cívico (isto é, com interesse pelas coisas nacionais) procuram se afastar dos palácios. Secretamente, seus ocupantes aplaudem. Neste contexto, tem crescido o desdém pela obrigatoriedade da participação nas eleições. E pior: tem ficado mais forte, especialmente entre os jovens, o esforço pelo voto nulo. A derrama de promessas gera mais desilusão e mais apatia.

Só que a cidade (a nação) é de todos. A razão é simples: nós vivemos nela e nenhum de nós vive sozinho.

É por isto que a Bíblia nos diz para orar por nossa cidade (e, no contexto da ordem dada, cidade representava a nação). É também por isto que a Bíblia nos diz para orar pelas autoridades (num tempo em que essas autoridades perseguiam os que intercediam por elas). E é ainda por isto que a Bíblia nos concita a fazer a nossa parte para que vivamos bem.

Só ora quem tem esperança. Sem oração não há esperança. Sem esperança não há ação.
(Terminou o canto ao lado. Não ouvi, mas espero que também tenham orado pela Pátria.)

Israel Belo de Azevedo, em Prazer da Palavra.

Didi Mocó

Marimbundão de fogo (34)

 Reprodução
Alcinéa Cavalcante / Endereço do blog: www.alcinea.com
A blogueira enfrenta uma das piores conexões do país para levar as notícias do Amapá ao restante do Brasil. Por sua atuação na campanha de 2006, foi processada mais de 20 vezes por José Sarney















Alcinéa Cavalcante tem um automóvel Ka 2003, um laptop, uma linha telefônica convencional, um celular, algumas dezenas de livros de poesia, roseiras de cores variadas, dois cachorros vira-latas que não param de latir e uma mangueira na casa que herdou, mas ainda não está em seu nome. A cada ano, ela recebe uma notificação da Justiça que deixaria a maioria dos brasileiros com dor de estômago, suor frio, tremedeira. É a dívida de Alcinéa com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB): segundo ela, mais de R$ 2 milhões, com juros e multas. E aumentando.

Explica-se: na eleição de 2006, quando Sarney se reelegeu senador pelo Amapá com menos folga que nas anteriores, ele processou a blogueira mais de 20 vezes. Sarney considerou abusivos posts e comentários de leitores. Num deles, enviado a ÉPOCA pelo advogado de Sarney, um leitor dizia: “Temos de mandar esse xibungo pro Maranhão, somente assim faremos justiça àquela população pilhada há anos por uma família de jagunços que se utilizam dos métodos mais desprezíveis para combater qualquer um que cruze o caminho desses viciados em corrupção”.

Alcinéa conta que ficou bem nervosa nas primeiras notificações. Não tinha advogado nem sabia o que fazer. Nos dias seguintes, passou a receber até três notificações de cada vez, e o oficial de Justiça já tomava cafezinho na casa dela. Alcinéa entregou a Deus. “Se eu devesse R$ 10, 12 mil, não dormiria, porque é um valor que, parcelando, dá para pagar”, diz ela. “Mas mais de R$ 2 milhões?”

Aos 53 anos, ela é a matriarca da blogosfera do Amapá, reverenciada pelos mais jovens nos encontros ao vivo dos “blogueiros do Meio do Mundo”, na cafeteria Tom Marrom. É a dona ainda do “quintal mais bem informado de Macapá”. Pelo seu portão passa uma romaria de gente, da cultura à política. Não é Alcinéa quem vai até suas fontes, mas suas fontes que vão a ela. Debaixo de uma mangueira, ela recebe informações e bloga. Só vai à rua em busca da notícia quando pressente – ou é informada por uma fonte fiel – que a Polícia Federal se prepara para uma operação. Alcinéa passa noites inteiras de campana, para pegar a PF em flagrante. Quando consegue, o blog chega a 3 mil leitores por dia.

Alcinéa só reduz a produção do blog uma vez por ano, no Carnaval – ela adora um ziriguidum, um telecoteco. Filha de um poeta que fez história em Macapá, Alcy Araújo, e de uma professora, Alcinéa escreveu a primeira poesia aos 10 anos. Tornou-se repórter de rádio aos 13. Trabalhou em rádio, TV e jornal por quase toda a vida, mas formou-se mesmo em mecânica. Dividiu as manchetes na imprensa com o ensino sobre motores de avião, carros e navios. É funcionária federal há 31 anos, 15 deles em sala de aula. Afirma não ter partido. “Fui filiada ao PT, depois me desfiliei”, diz. “Às vezes, dou R$ 50 ao PSTU.”

Quando leu um artigo sobre a internet, no início dos anos 90, Alcinéa e o único filho não sossegaram até acessar a rede por um portal de São Paulo. Pagavam interurbano. Iniciou sua aventura no mundo virtual, onde chegou a manter uma agência de notícias. Na eleição de 2004, criou o blog. E começou a mudar a relação de forças no Amapá. “A imprensa daqui depende muito dos recursos públicos, não denuncia nada que contrarie os interesses de quem está no poder”, diz. “Os blogs furam esse bloqueio. E as notícias vão para o mundo.”

O blog de Alcinéa costuma ter brincadeiras interativas com o leitor. Em agosto de 2006, com o título de “O adesivo perfeito”, a proposta era a seguinte: “Mande fazer um adesivo com a seguinte frase: ‘O carro que mais combina comigo é o camburão da polícia’. E bote na picape daquele candidato”. Os leitores responderam com os candidatos mais variados. Um deles manifestou-se dizendo que era “um adesivo perfeito para o Sarney”. No dia seguinte, Sarney entrou com uma ação pedindo indenização e a retirada do blog do ar. Alcinéa não recuou. Postou no blog a foto de um muro da cidade, onde estava pichado “Xô, Sarney!”. Mais uma ação.

fonte: Época

Estão com a bola toda lá

Polícia quer melhorar desempenho contratando evangélicos

Com o propósito de prevenir delitos e combater a corrupção na corporação policial, o Ministério de Segurança Pública vai contratar jovens evangélicos, com menos de 35 anos, e que tenham o perfil adequado para a função.

A Polícia Federal quer que esses jovens desenhem novas estratégias de luta contra a delinquência organizada. Ela entende que pastores transmitem, dos púlpitos, valores e respeito às instituições.

A iniciativa partiu do pastor Miguel Bustamante, servidor público do Ministério de Segurança, que propôs a contratação de jovens evangélicos a fim de que se integrem no que deverá ser a nova Polícia Científica, a quem caberá o combate do crime organizado e a fiscalização da corrupção.

Bustamante explicou que esses jovens não vão cobrir o pessoal que está na luta de frente e combate a máfia organizada com armas de alto poder de fogo, mas trabalharão na área administrativa, no planejamento de estratégias de combate aos delitos como o roubo, a pornografia infantil, a lavagem de dinheiro, o narcotráfico.

Assim, jovens evangélicos sem emprego terão a oportunidade de fazer parte do “novo rosto” da polícia, sem distinção de sexo. Os requisitos são que o candidato tenha entre 21 a 35 anos, tenham concluído cursos universitários.

Fonte: ALC

Se fosse por estas nossas plagas, a moçada provavelmente quereria trabalhar no Congresso...

5.9.09

Hermandad

Soy hombre: duro poco
Y es enorme la noche.
Pero miro hacia arriba:
Las estrellas escriben.
Sin entender compreendo:
También soy escritura
Y en este mismo instante
Alguien me deletrea.

Octavio Paz

Irmandade

Sou homem: duro pouco
E é enorme a noite.
Mas olho para cima:
As estrelas escrevem.
Sem entender, compreendo:
Também fui escrito
E neste mesmo instante
Alguém me soletra.

oração 4

fonte: Timilique

Passado irredutível

Não transfiro, nem projeto em ninguém e em nada os meus movimentos passados. Arco com as consequências de minha ingenuidade, de minha imaturidade, de minha simplicidade juvenil. Assumo: confundi fé com credulidade. Dediquei-me cegamente a processos de manipulação. Repeti frases de efeito sem a devida crítica. Embarquei em empreendedorismos ideologicamente contaminados. Não culpo ninguém e não cobro. Não guardo ressentimentos. Eu vivi intensamente cada momento e, repito, assumo a minha história.

Eu acreditei nos projetos missionários, que hoje vejo como meras panacéias para levantar dinheiro nos Estados Unidos. Vários esforços de ganhar almas visavam tão somente fortalecer com testemunhos e fotografias, estrategicamente bem batidas, a sede expansionista das denominações.

Eu acreditei que os enclaves missionários eram necessários. Não percebia o enorme preconceito que eles tinham conosco, com a nossa cultura, com a nossa espiritualidade. Enfronhei-me em “cruzadas” evangelísticas e nunca critiquei a instrumentalização dos pobres para que riquíssimas instituições se tornassem ainda mais poderosas. Participei de reuniões com Morris Cerullo, Jimmy Swaggart achando realmente que eram homens de Deus sem ver que eram soberbos e vaidosos.

Ceguei os meus olhos para a politicagem mais infame que percebia na denominação que nossa igreja fez parte. Nunca distingui o Movimento Evangélico do compromisso evangélico com a mensagem de Jesus. Trabalhei à exaustão para que a doutrina do Movimento fosse compreendida pelo maior número de pessoas, acreditando que assim povoaria o céu e saquearia o inferno.

Meus amigos se reduziram aos que comungavam com os meus conceitos. Em nome dessas amizades relevei escândalos éticos. Engoli seco conversas cretinas e conspirações para conquistar mais poder – hoje vejo que fui mais cretino que muitos.

De repente muitas coisas foram pesando em minha alma. Alquebrado e triste com o meu passado, procuro mudar de pele. Preciso da misericórdia divina para lavar as nódoas que mancham o meu caráter. Luto para ser irmão de homens e mulheres de boa-vontade. Tenho que me despedir de mim mesmo, dos ambientes que ajudei a criar e de ex-amigos, que só agora reconheço como meros aliados.

O passado irredutível pode ser reconstruído com decisões que eu tomar no presente. Meu presente não precisa ser mera consequência do que vivi; sequer o futuro, um desdobramento inexorável do presente.

Soli Deo Gloria.

Ricardo Gondim
foto: Alex Fajardo


Na foto, Ricardo Gondim apresentando sua dissertação de mestrado nesta semana na Universidade Metodista. Sucesso de público e de banca! =)

A alma do instante

"A medida de uma chicotada." "Um relâmpago." Ou ainda, "A alma do instante". Estas são algumas das definições que Fabrício Carpinejar dá ao microblog Twitter, espaço no qual o poeta gaúcho tem transitado com bastante frequência e naturalidade nos últimos meses. Tanto que, anunciou, vai publicar um livro pela Bertrand Brasil com uma compilação dos seus escritos postados recentemente no microblog. "O Twitter é uma maravilha para um poeta. Cento e quarenta caracteres é perfeito para forçar minha respiração", diz Carpinejar, a respeito do exercício de síntese a que leva o curto espaço disponível para cada entrada no site.

O livro é o primeiro da história do mercado editorial a trazer editado conteúdo do Twitter. Vai ter como título o próprio endereço do espaço eletrônico - "www.twitter.com/carpinejar/" -, terá sua orelha assinada por dois seguidores do microblog e será lançado na mesma velocidade instantânea que caracteriza a informação que circula no Twitter. "É pra agora! Em outubro, no máximo", revela o poeta, autor de "As Solas do Sol". "É pra entrar na sinceridade biológica do Twitter."

Ora definido como "sistema telegráfico da web 2.0", o Twitter faz aos seus usuários uma pergunta básica: "O que você está fazendo agora?" Mas se torna muitas vezes ou um espaço de insignificâncias e clichês ou então uma forma de link redundante, usado apenas para divulgar informações existentes em outros websites ou blogs.

Fabrício Carpinejar é um caso de usuário que foge dessas duas vertentes. Utiliza o Twitter como espaço único, para o qual faz uma escrita particular dentro de sua produção, onde se inclui poesia e crônica. Leitor "apaixonado" de aforismos, ele nunca havia escrito nessa forma, até que as delimitações do microblog o levaram a tal exercício. São frases concisas como "Vejo gente que se esforça para ficar alegre, eu tenho que me esforçar para ficar triste." Ou, "Chorar não significa que o livro é bom. Já chorei diante de tanto filme B."

"O Twitter acaba sendo um espaço de inexistência, de ausência, porque as pessoas acabam chamando para um link, para uma outra coisa. Percebi também que havia uma tendência de se dizer o que estava fazendo. Mas intimidade é saber o que não se está fazendo", analisa irônico Carpinejar, argumentando que prefere ver o Twitter como "uma trincheira contra lugares-comuns e contra a obviedade". "Como é bonito pisar e humilhar um clichê. O escritor deve ser o recursos humanos dos clichês, despedi-los, todos por justa causa, por uso indevido da língua portuguesa", brinca, sério, o poeta.

Carpinejar vê nos aforismos algo do gênero lírico e também um tipo de escrita que se casa bem com o Twitter. "É aforismo, mas tem o pensamento poético, aquela iluminação. Não é poema, mas algumas vezes são esfacelamentos descritivos. O deslumbrante do processo é o improviso - estou no trânsito, bate o pensamento e, 'pá', ponho lá, pelo celular. São coisas simples - hoje acordei com dor de cabeça. Então, ao invés de dizer "Eu estou com dor de cabeça", eu digo: "A elegância, o carisma e o bom humor desaparecem com a dor de cabeça. Basta a enxaqueca para aumentar loucamente nosso índice de rejeição", diz Carpinejar, citando o último aforismo postado no seu Twitter, ontem, às 11h50.

fonte: O Tempo [via blog do Fabrício Carpinejar]

Dr.House cai no samba


Aos 50 anos, o currículo do ator traz de fato um gosto pela diversidade. Ele faz parte da Band from TV, um grupo musical que se apresenta em eventos de caridade. Já compôs músicas, escreveu seriados para a TV inglesa, dois romances e atuou em filmes tão variados como "Razão e Sensibilidade" e "O Pequeno Stuart Little".

Na lista do ator, há ainda um pouco conhecido filme rodado no Brasil: "Girl from Rio" (garota do Rio), em que interpreta um funcionário de banco fascinado por samba que resolve ir ao Rio de Janeiro no fim do ano após flagrar a mulher com o chefe e decidir, por impulso, roubar o banco onde trabalha.

Questionado sobre suas habilidades como dançarino de samba no filme, ele ri. As cenas ainda estão disponíveis no YouTube e mostram Laurie dançando até na areia da praia.

Para encarar o personagem, ele treinou por três semanas em Londres com um casal de dançarinos brasileiros. "Se em algum momento você sentir que precisa ser colocado para baixo, precisa reduzir sua confiança física, tente dançar entre dois brasileiros na frente de um espelho. Eles eram duas das pessoas mais bonitas que já vi na vida, e no meio havia aquele homem que parecia estar caindo da escada", conta.

O treino lhe rendeu frutos. Em visita a uma escola de samba, foi o primeiro convocado para a pista e sambou com seis mulheres. "Passei um tempo maravilhoso no Brasil."

Fonte: FOLHA

Talvez possamos aprender algo com isso: não adianta falar em contextualização da igreja se não nos levantarmos do lugar comum, mostrarmos um pouco de atitude, de interesse genuíno... Definitivamente, o sal só salga se for posto fora do saleiro.

Acontece que ela não é



João Gilberto e Caetano Veloso e a diliça de suíngue de Acontece que eu sou baiano (Dorival Caymmi).

Eu te busco

O diretor Walter Salles recebeu nesta sexta-feira (4) no Festival de Veneza o prêmio Robert Bresson pela "busca do significado espiritual da vida" que faz com seus filmes.

O diretor de 53 anos, autor de sucessos como "Central do Brasil" e produtor de "Cidade de Deus", recebeu o prêmio durante a cerimônia organizada pela Fundação Entidade do Espetáculo no Hotel Excelsior do Lido.

"Estou feliz por receber este prêmio que foi dado antes a cineastas que admiro, como Theo Angelopoulos e Wim Wenders, e principalmente ao mais jovem de todos, Manoel de Oliveira", declarou à AFP.

O cineasta, que contou que está trabalhando, entre outros projetos, na adaptação para o cinema do livro de Jack Kerouac "Pé na estrada", quer desenvolver outros filmes mais pessoais, com atores que considera de "sua família", Fernanda Montenegro e o mexicano Gael García Bernal.

O diretor aproveitará sua presença em Veneza para assistir à exibição do filme "Insolação", dos brasileiros Felipe Hirsch e Daniela Thomas, que será exibido no festival no próximo domingo.

Daniela Thomas é uma habitual parceira de Salles, com quem co-dirigiu vários filmes, sendo "Linha de Passe" o mais recente deles.

"É uma das pessoas mais inteligentes e sensíveis que conheço", afirmou Salles, que também destacou o trabalho "moderno e interessante" realizado por Hirsch.

Este é o décimo ano que se concede em Veneza o prêmio Bresson, criado em colaboração com os ministérios da Informação e da Cultura do Vaticano.

fonte: G1

O dia em que Jesus falou em português



Curta metragem sobre um ator fantasiado de Jesus que não falava português e se perde de seus companheiros. Ao chegar em uma cidade do interior do RS, causa uma reviravolta na vida do padre, do prefeito, do pastor, de um fazendeiro e de toda comunidade.
via Sobre fé e + um pouco

Casa Cor do macho solteiro

Noves fora o “homem de predinho antigo”, aquela criatura "evoluída" que adora um pé-direito alto, um sofá de época, objetos de design e uma luz indireta, o MACHO SOLTEIRO ROOTS é um desastre no capítulo decoração. Tem lá o seu sofá velho, a sua tv, uma cama barulhenta, três ou quatro panelas _sem cabo_ encarvoadas pelo tempo, e copos de requeijão, muitos copos de requeijão, alguns deles ainda com um pedaço do papel do rótulo. Se brincar, o cara coleciona também os velhos copos de geléia de mocotó, um primor de utensílio “vintage”.

E quando a fofa, toda fina e fresca, nova namorada, chega lá no “muquifo” com a sua garrafa de champanhe?! Procura, procura as taças, para fazer uma graça com o marmanjo, e nada. O jeito é beber Veuve Cliquot em copo de extrato de tomate. Quem mandou apaixonar-se por um macho-jurubeba autêntico, que vem a ser justamente o avesso do metrossexual, aquele mancebo da moda que se lambuza de creminhos da Lancôme e decora o loft, sim, ele mora num loft, de acordo com as tendências da revista “Wallpaper”.

Pior é quando ela tenta mudar tudo. E põe aquele seu quadro caríssimo e de grife numa sala que não tem nem mesmo um sofá que preste?!

Um desastre.

A fofa, toda classe média metida a besta, não desiste nunca. Ai presenteia o bofe -sim, ela está doida e perdidinha pelo vagabundo- com uma batedeira prateada ultramoderna com 600 funções, que nunca será usada. Ai fica aquela batedeira high-tech fazendo companhia aos três pratos chinfrins e aos garfos tortos _como se o Uri Geller, aquele parapsicólogo que aparecia no Fantástico das antigas, tivesse jantado por lá ou feito faxina na área.

Ela começa a revirar geral, um deus-nos-acuda, numa casa onde ninguém havia mudado sequer uma planta de lugar. O reino vegetal, aliás, é outro ponto fraco do macho solteiro. Jarros, flores? Nem de plástico.

Na casa do homem solteiro típico, a utilidade triunfa sobre a estética. O cúmulo do utilitarismo. Sofá da tia-avó vira cama, como diz a minha amiga D., co-autora dessa crônica. A cama vira sofá, a rede vira sofá e cobertor, o cobertor vira cortina preso à persiana...

A falta de cortina é outra marca registrada do desmantelo do cavaleiro solitário. Quando muito, papel filme.

Abajur? De jeito maneira. Tosco no último, ele não tem cultura de luz indireta, nem nunca terá, esqueça.

Outro traço de personalidade do macho solteiro: tudo que chega até a cozinha vira tupperware -aquelas embalagens plásticas de lasanha comprada pronta, caixinha de entrega de comida chinesa ou japonesa, potes de sorvete... Uma festa!

Sim, na geladeira só latinhas de cerveja, uma garrafa de água vazia e uma triste e chorosa cebola partida ao meio.

Xico Sá

Hoje é dia de tango!

Presentación cd "Tenemos esperanza" by Iglesia Evangélica Metodista Argentina.


Interpretadas pela cantora uruguaia Ignacia Mendez, o Conselho de Igrejas Evangélicas Metodistas da América Latina e do Caribe (Ciemal) editou canções litúrgicas em ritmo de tango. As letras das músicas do CD “Tenemos Esperanza” são do bispo emérito argentino, Federico Pagura, e do pastor Juan Damian.

O lançamento do CD ocorreu na Faculdade de Teologia (FaTeo) da Igreja Metodista de Rudge Ramos, em São Paulo, que hospedou a Assembléia do Ciemal, de 17 a 21 de agosto, que comemorou os 40 anos de fundação do organismo. Participaram do evento bispos, pastores e leigos de igrejas metodistas da América Latina e do Caribe.

A música sempre teve um papel significativo no metodismo. “Há dois anos, um grupo de compositores iniciou o projeto de CD que pudesse concentrar composições cristãs em ritmo de tango. Mas, de modo diferente dos tangos que falam em tristezas e amores frustrados, em cada palavra das canções do novo CD há muita vida e esperança”, disse a presidente da Igreja Metodista do Uruguai, pastora Inés Simeone.

Fonte: ALC


4.9.09

Jacinto Vinho Aquino Koppo

via Pilândia
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Estados Pentecostais Unidos


As origens norte-americanas do pentecostalismo brasileiro: observações sobre uma relação ainda pouco avaliada

Artigo escrito por Leonildo Silveira Campos para a Revista USP

Há uma observação e uma pergunta, ambas básicas, que devem ser registradas na abertura destas reflexões sobre o pentecostalismo no Brasil. Primeiro a observação: não podemos fazer uma análise mais aprofundada das origens, características e transformações do nosso pentecostalismo sem realizar um estudo preliminar do campo religioso norte-americano, a despeito da fisionomia latino-americana, indígena, católica e influenciada por cultos afro-brasileiros que essa manifestação religiosa de origem protestante assumiu no Brasil. Segundo, a pergunta, que não se esgota em sua aparência teleológica: de onde vieram, que características próprias adquiriram, e para onde caminham os movimentos e as instituições pentecostais implantadas no Brasil no início do século XX?

Clique aqui para o texto completo [pdf - 16 p.]
Imagem: Internet

Hoje é sexta-feira (32)

alternativa "d", of course! :P

Pré-milenista, amilenista...

...pós-milenista ou chato mesmo?

via Deus no gibi

Marcha soldado, cabeça de papel (10)

LULA, DILMA, CRIVELLA, A “BISPA” SÔNIA E O “APÓSTOLO” HERNANDES JUNTOS! MEU DEUS!!!

Lula instituiu ontem o Dia Nacional da Marcha para Jesus. Participaram da cerimônia, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o presidente da Câmara, Michel Temer; o senador e “bispo” Marcelo Crivella (PRB-RJ), sobrinho de Edir Macedo, dono da Igreja Universal,;a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o casal da Igreja Renascer Sônia e Estevam Hernandes. Crivella é este que aparece à esquerda, contraindo os olhos enquanto entra em conexão, suponho, com o Espírito Santo. Nunca entendi por que certos religiosos, de qualquer denominação, quando julgam entrar em contato com a Pomba Sagrada fazem essa cara.

Há quem faça coisas ainda mais estranhas. É o caso da “bispa” Sônia e seu marido, o “apóstolo” Estevam. Quando o Espírito Santo está presente, eles desandam a falar línguas estranhas. Mangabeira Unger perde feio. Não sei como se contiveram ontem. Estevam é essa cabeleira grisalha em primeiro plano; Sônia está à sua direita, a cabeleira castanha. Dilma é aquela com ar beato. A foto não deixa de ser um bom retrato do Brasil.

O casal da Renascer acaba de sair da cadeia nos Estados Unidos e já participa de uma solenidade ao lado de Lula e de sua candidata. Não sei se vocês estão lembrados: a dupla tentou entrar naquele país com dólares que não tinham sido declarados, escondidos na capa de uma Bíblia. O leitor cético dirá que estão todos entre iguais. Afinal, a “bispa” e o “apóstolo” apenas portavam “recursos não-contabilizados”. Ademais, em matéria de dólares ilegais, ninguém é páreo para o pagamento que a campanha de Lula fez a Duda Mendonça no exterior.

trecho de post do Reinaldo Azevedo.
dica do Jarbas Aragão

pra quem gosta do Rei (não o Roberto e tampouco Jesus) e sente falta dele neste espaço... rsrs

ah, esqueci de contar no outro post que o apústula ñ conseguiu chegar perto do Lula nem com reza braba.

correção (6/9): ao contrário do que escrevi no post, o Molusco tirou fotos c/ a cópula, digo, cúpula renascentista. vejam a cara de felicidade dele. :P


A luta continua companheiro

Vamos dar as mãos

Isabelita dos Patins comemorou o aniversário em uma pizzaria, usando um de seus modelitos extravagantes. O + legal foi o braço esquerdo extra acoplado ao modelo. Viva o photoshop! :P
via Te dou um dado?

pizzaiolo safadenho, hein!

Marcha soldado, cabeça de papel (9)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira, 3, o projeto de lei que institui o Dia Nacional da Marcha para Jesus. Participaram da cerimônia, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o presidente da Câmara, Michel Temer, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, estavam presentes no evento.


Dilma em oração com Crivella (e) e Estevam e Sonia Hernandes (costas). Foto: Dida Sampaio/AE

O projeto marca um novo lance nos esforços de Lula para se aproximar do público evangélico, que, segundo estimativas, representa 15% do eleitorado.

Segundo Crivella, a lei que cria a Marcha para Jesus apenas oficializa uma comemoração que já ocorre regularmente em caráter informal em várias cidades brasileiras.

A solenidade contou com a participação de representantes de várias igrejas evangélicas, inclusive dos bispos Estevam e Sônia Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo. O casal voltou ao Brasil no começo de agosto, depois de um período de dois anos e seis meses de prisão e liberdade condicional nos Estados Unidos. Eles foram condenados após tentar entrar no país com US$ 56 mil não declarados.

Oração

Antes do início da cerimônia, Estevam Hernandes fez questão de puxar uma oração pela saúde da ministra Dilma, que deu entrevista nesta quinta-feira dizendo que está curada do câncer linfático. Dilma é a candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência em 2010.

De acordo com as informações da Presidência, a Marcha para Jesus teve origem em Londres e hoje ocorre em diversos países.

“Oramos por ela, pela família dela e pela saúde dela”, disse Estevam ao deixar a sala de cerimônias do CCBB, atual sede do governo.

Após a bênção à ministra, o casal Hernandes convidou Dilma para participar, no dia 2 de novembro, em São Paulo, da Marcha para Jesus, quando pretende reunir pelo menos quatro milhões de pessoas. “Ela disse que, se for possível, estará sim presente”, contou Hernandes, que não quis falar em apoio à candidatura da petista às eleições presidenciais de 2010. “É muito cedo para falar em apoio a candidatos”, respondeu.

fonte: Estadão [via O Verbo]

Depois de puxar cana em cadeia americana (chiquérrimo!), o apóstolo agora puxa oração... e a bolsa escrotal de qq autoridade.

O poder do rótulo


Algumas experiências que temos na infância e adolescência ficam gravadas em nossa memória.

Tenho uma lembrança interessante sobre o poder do rótulo e a vaidade humana.

Cresci até a pré-adolescência em Natal-RN. Aqueles dias eram difíceis. O país atravessava uma crise financeira agravada pela crise mundial de petróleo. O sonhado “milagre brasileiro”, parafraseando Millor Fernandes, carecia mesmo de um milagre. Estamos falando dos anos 70. Alguns artigos eram extremamente difíceis. Especialmente os importados – quase inexistentes. Só por contrabando, ou quando alguém viajava para o Exterior. O fato é que, não sei como, uma garrafa vazia de uísque importado chegou em casa. Acho que foi coisa de meu irmão mais velho para zoar com alguns amigos. Encheu a tal garrafa importada com um genuíno uísque nacional e deixou a garrafa com o restante do ardente líquido ao lado. Quando seus amigos chegaram, fez com eles o “teste de sensibilidade”. Ofereceu o conteúdo de cada garrafa por vez. Todos elogiaram o “importado”.

- É mais encorpado, dizia um deles.

O outro justificava cheio de um pretenso conhecimento técnico:

- É o tipo de malte que eles usam.

E eu no meu cantinho morrendo de rir por dentro. Estavam bebendo exatamente o mesmo líquido, mas o sabor lhes parecia diferente.

Esta história mostra o poder que há no rótulo.

Rotular faz parte de um sistema de defesa humano. Ajuda-nos a reconhecer imediatamente aquilo que procuramos. Assim, rotulamos tudo. Lugares, coisas… Também colocamos sobre as pessoas, rótulos que descrevem a impressão que temos de seu interior: frios, divertidos, rudes, amáveis, inteligentes, sensíveis… Frequentemente essas opiniões são fruto de uma visão superficial e apressada dessas pessoas.

Exatamente por isso, Jesus me impressiona. Conviveu com muita gente sem jamais adesivar rótulos em suas testas. Estava ali para o que desse e viesse. Olhava por outros ângulos e conhecia os corações. Não mantinha uma imagem “idealizada” dos seres humanos e por isso mesmo seguia com a liberdade de ser cheio de compaixão.

Um desses casos característicos é o episódio que lemos em Mc 2: 13,14, sobre Levi. Certo dia, passando pela rua, Jesus o chamou para junto de si. Poderia idealmente ter sido qualquer um. Qualquer bom religioso. Mas não. Chamou justamente aquele a quem todos provavelmente odiavam, por causa do rótulo escrito em sua testa: coletor de impostos – leia-se: ladrão, capacho de Roma, venal… só para ser leve – respeitando as senhoras e crianças que porventura leiam este texto!

Havia uma relação de ódio entre os cidadãos e os coletores, especialmente os que eram judeus. Também, tidos como traidores, porque sobre taxavam seus irmãos, acumulando para si fortuna.

Por favor, não imagine que Levi seria diferente de todos os outros cobradores de impostos. Essa visão idealizada dos personagens Bíblicos, como se fossem supra-humanos nos priva de enxergar além. Ver Levi como um homem comum, empresta ao Evangelho maior beleza. Deus ama o ser humano, não pelos rótulos que lhe são colocados, mas por sua essência, ainda que pecadora. O pior dos criminosos tem em sua alma pontos luminosos, assim como o maior dos santos segreda os seus pontos sombrios. Deus almeja alcançar os dois igualmente, de acordo com o desejo incansável de nos transformar em alinho à imagem de Seu Filho. Saber disso, enche minha alma de esperança, ternura e coragem para não aceitar os rótulos bons ou ruins que colocam sobre mim, ao mesmo tempo em que me conduz ao desejo de jamais rotular as pessoas, de não ter uma visão idealizada dos seres humanos, nem para cima nem para baixo.

Insisto em acreditar que as pessoas mudam. Levi mudou inclusive de nome. Adotou o “Mateus” em uma completa e complexa reedição de sua história. O coletor – provavelmente corrupto – transformou-se em testemunha e historiador do maior de todos os acontecimentos: a visitação do Deus, que não levou em conta as placas que estão sobre nós.

Deixemos de lado os rótulos. Relacionemo-nos na base do improviso. Tal como Jesus, deixemos que as pessoas sejam elas mesmas.

Domingos Alves

Mulheres são de Vênus (104)

O primeiro-ministro japonês só será empossado no dia 16, mas a sua esposa já mostrou que a dupla promete. Por conta de suas órbitas oculares saltadas, Yukio Hatoyama é conhecido como alien. Sua esposa, a ex-atriz Miyuki Hatoyama, declarou que já teve contatos imediatos com seres de outros planetas quando ainda estava no primeiro casamento. No ano passado ela publicou um livro sobre o assunto, chamado “Coisas Muito Estranhas que eu Encontrei”.

“Enquanto meu corpo estava adormecido, eu acho que minha alma subiu em uma nave espacial de forma triangular e foi para Vênus. Era um lugar muito bonito, e era realmente verde”.

Está explicada a paixão pelo atual marido.

Luiz Antonio Ryff, no blog Nonsense.

Terra arrasada

Já que é para homenagear Euclides da Cunha,
o Benett tb "homenageou" o Sarney.

3.9.09

Mulheres são de Vênus (103)

Perca peso agora. Pergunte-me como. =)
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Cabra macho!

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direto de "A Bacia das Almas"
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