A revista alemã Der Spiegel dedica nesta semana uma reportagem de cinco páginas à violência na capital paulista.O artigo, intitulado O Laboratório da Violência, traça um retrato negativo da situação e diz que os bandidos querem tomar o controle da metrópole.
Nele, o enviado especial da revista à São Paulo, Ralf Hoppe, descreve detalhadamente a explosão da violência na cidade depois dos ataques da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) neste ano.
“A violência age como uma centrífuga”, diz o repórter. “Ela divide a sociedade, separa os ricos dos pobres e sedimenta as camadas sociais.”
Hoppe descreve o dia-a-dia dos ricos e uma visita à loja exclusiva da Daslu. Ele também foi a uma favela e conversou com uma adepta do PCC.
A revista entrevistou ainda o professor Walter Maierovitch, presidente do Instituto Giovanni Falcone, especializado em criminalidade organizada e terrorismo. Ele é citado dizendo que “o PCC é uma marca, como Mercedes ou Al-Qaeda”.
fonte: BBC























Um comentário:
"A revista alemã Der Spiegel dedica nesta semana uma reportagem de cinco páginas à violência na capital paulista".
Não é de hoje, que os países de primeiro mundo exploram as misérias do terceiro. Tudo de ruim que passa aqui e em outros países em igual situação, é divulgado lá. As coisas boas que acontecem aqui não são divulgadas. Quando os gringos visitam o país, trata logo de filmar as favelas, a pobreza, os problemas com meio ambiente, violência, entre outras coisas. Já que passam isso lá, por que não nos ajudam enquanto nação, não perdoam a dívida externa do nosso país, que está para lá de paga com tantos juros? Por que não bancam projetos sociais de amplo efeito?
Agora querem explorar a violência em São Paulo, isso só prejudica a vinda de turistas para o Brasil. Lá também matam injustamente. Na Inglaterra mataram um jovem brasileiro, trabalhador e honesto, porque suspeitaram que pederia ser um terrorrista. Inocentaram os polícias que o mataram, injustiçaram a família brasileira que perdeu seu filho por causa de um equívoco. Para casos como esses, de injustiça deles, não enfatizam. Ora, façam o favor de cuidar das suas próprias vidas. Quem não ajuda, que também não atrapalhe!
Quer maior violência que alemãs fizeram contra os judeu? Se formos comparar não houve nada aqui, é ou não é?
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