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11.5.10

A violência na internet

A toda mudança de patamar de civilização corresponde uma mudança tecnológica, do arado ao computador, que muda, às vezes dramaticamente, o sistema de produção e os parâmetros de relação social

A piada é velha: a internet veio para resolver problemas que antes não existiam – mas, de fato, fico me perguntando como consegui sobreviver mais de 40 anos sem computador nem internet. Resisto entretanto ao saudosismo bucólico, dos velhos tempos em que, para pagar uma conta ou trocar um cheque, pegava-se uma pesada ficha de bronze e aguardava-se o chamado em altos brados. O caixa colocava uma ficha gigante numa máquina contábil especial, onde marcava créditos e débitos. Hoje somos nós que viramos todos funcionários dos bancos, trabalhando de graça aos sábados, domingos e feriados, fazendo pagamentos, transferências, aplicações, docs e o que for preciso – e o incrível é que achamos isso maravilhoso.

E é mesmo. A toda mudança de patamar de civilização corresponde uma mudança tecnológica, do arado ao computador, que muda, às vezes dramaticamente, o sistema de produção e os pa râmetros de relação social. Discutir esses efeitos está longe da pretensão do cronista, que aliás tenta se defender da internet como pode. Fascinado por ela, já perdeu dias e semanas com a banda larga na veia, fazendo nada – até perceber que ou reorganizava o tempo ou viraria um zumbi do monitor. Algumas medidas básicas funcionaram: não leio e-mails que não sejam pessoais e resisto a “surfar”. Quando ligo o computador, sei o que procuro: percorrer jornais ou fazer consultas (e nessa área de referência, a revolução da internet é absolutamente fantástica).

Mas dia desses escapei distraí do para uma ponte com “comentários de leitor”, que passaram a me atrair, primeiro como curiosidade linguística, depois como sociologia, e atualmente como, digamos, aspectos patológicos do comportamento cotidiano. Fiquei impressionado com a violên cia dos comentários, o grau de agressividade, o primarismo argumentativo, o desejo de ferir – enfim, a estupidez pura e simples em que tanto o bom como o mau domínio da escrita se mesclam com o desejo de sangue a qualquer custo. Qualquer tema é gancho para o jogo baixo, o preconceito escarrado, o ressentimento, o rancor miúdo, sempre ocultos no pseudônimo: dos candidatos ao governo às notícias policiais, das páginas de cultura ao preço dos carros, do futebol ao cinema, tudo é argumento para o tacape digital assassino, incapaz de uma ponderação civilizada. Como se o inconsciente selvagem de cada um, sem filtro, ganhasse vida num clique. Acompanhar comentários de leitores na internet é quase sempre uma viagem chocante, inútil, deprimente.

Talvez eu esteja mesmo ficando velho, saudoso de uma cordialidade brasileira que nunca existiu, exceto no papel. As estatísticas mostram que o Brasil é um dos países mais violentos do mundo, e no conforto da classe média tendemos a achar que isso é um problema distante. Mas, no escurinho da internet, vemos que o país real está muito próximo e mostra os dentes em toda parte.

Cristóvão Tezza, na Gazeta do Povo.

Ainda bem que aqui no Pavablog não temos esse tipo de problema. Não há violência gratuita nem contra o autor do post nem contra os outros que comentaram. Todos entendem que é possível viver a máxima: respeitar para ser respeitado!

10.5.10

Revistas impressas: o fim de uma era?

Durante gerações, as revistas "Time" e "Newsweek" competiram para definir a agenda noticiosa nacional toda segunda-feira nas bancas. Antes da internet, dos canais noticiosos a cabo e da revista "People" o que importava era o que as revistas semanais estampavam em suas capas.

Agora que ficou mais difícil resumir o debate americano apenas numa capa, aquela era parece estar chegando ao fim. The Washington Post Co. anunciou na quarta-feira que venderá a "Newsweek", suscitando questões sobre o futuro da revista semanal publicada pela primeira vez 77 anos atrás.

Donald E. Graham, presidente e executivo-chefe da Washington Post Co., disse em entrevista que a decisão foi puramente econômica. "Eu não queria fazer isso, mas trata-se de um negócio", disse. A revista deverá perder dinheiro em 2010, afirmou ele, e "nós não vemos um caminho sustentável para a lucratividade da 'Newsweek'". As circulações da "Time" e da "Newsweek" estão agora aproximadamente nos volumes de 1966, segundo o Audit Bureau of Circulations, órgão que mede a circulação de publicações nos EUA.

"Essas revistas tinham muito mais estatura naquela época", diz Edward Kosner, que começou a trabalhar na "Newsweek" em 1963 e foi seu editor no fim da década de 1970. "Era realmente muito importante o que aparecia na capa da "Newsweek" e o que era exibido na capa da "Time", porque eram o que se considerava a imprensa nacional. Elas ajudavam a definir a agenda, elas contribuiam para construir reputações ".

"Sob alguns aspectos, a era de massas acabou", diz Charles Whitaker, presidente de pesquisas sobre jornalismo de revistas na Faculdade de Jornalismo da Universidade Northwestern. "Por muito tempo, as revistas semanais tentaram ser tudo para todo mundo, e isso simplesmente não vai funcionar mais nesse ambiente extremamente de nicho, politicamente polarizado e de mídia estratificada em que vivemos hoje."

A "Newsweek" teve prejuízos operacionais de US$ 28,1 milhões em 2009, 82,5% superior ao prejuízo de US$ 15,4 milhões no ano anterior. Sua receita caiu 27,2%, para US$ 165,5 milhões, em 2009, ante US$ 227,4 milhões em 2008, impactada por quedas na publicidade e receitas de assinaturas.

Fundada em 1933, a "Newsweek" foi adquirida pelo The Washington Post em 1961, depois que Benjamin C. Bradlee, à época editor da "Newsweek", e posteriormente editor executivo do Washington Post, persuadiu Philip L. Graham, presidente da Washington Post Co., a adquirir a revista.

Sob a Washington Post Co., a Newsweek tornou-se um contrapeso político ao republicanismo da "Time" comandada por Henry Luce. Enquanto a "Time" assumiu uma posição conservadora frente à Guerra no Vietnã e a cultura americana, a "Newsweek" publicou capas mais alinhadas com as posições dos jovens sobre a guerra, sobre os direitos civis e destacando estrelas da cultura pop, como os Beatles (embora "musicalmente eles sejam quase um desastre", disse a revista.)

Kosner, seu ex-editor, recordou surtos semanais de "nervosismo controlado" sobre o que a "Time" iria colocar em sua capa. "Nas manhãs de segunda-feira, na página de anúncios do "The Times", a "Time" e a "Newsweek" exibiam anúncios de um quarto de página mostrando suas capas e todo mundo abria aquela página nas manhãs de segunda-feira para ver o que cada uma delas tinha escolhido", disse Kosner.

Aos poucos, porém, os programas noticiosos via cabo cresceram em número e popularidade, e as notícias instantâneas via internet tornaram, quase por definição, velhos os resumos semanais. E a noção da existência de um terreno cultural comum que todos os americanos poderiam compartilhar foi mudando. Leia +.

Fonte: IG

E por aqui, quem será a primeira: Veja, Época ou IstoÉ? Façam suas apostas.

Como os famosos encaram os perfis falsos criados em Orkut, Facebook e Twitter

João Gilberto, o ícone da bossa nova entrou recentemente para a lista de famosos com perfis falsos em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.

O número de identidades forjadas é proporcional à fama dos escolhidos. Entre as vítimas estão os apresentadores Serginho Groisman e Hebe Camargo; o escritor Manoel Carlos; os atores José Mayer, Mateus Solano e Grazi Massafera; além dos jogadores Ronaldo, do Corinthians, e Adriano, do Flamengo.

Por ser muito simples concluir um registro nos sites citados usando o nome (e as fotos) de outra pessoa, os perfis das supostas celebridades se alastram pela internet e conquistam milhares de seguidores. Para atrair os fãs, adotam-se duas táticas distintas. Há um grupo realmente empenhado em se passar por outra pessoa, recorrendo até mesmo ao vocabulário usado pelo artista escolhido como alvo. Outra vertente aposta numa versão estereotipada, com piadas escrachadas e, muitas vezes, politicamente incorretas.

Com quase 20 mil seguidores, uma Hebe Camargo existente no Twitter publicou o seguinte depoimento logo que a apresentadora iniciou seu tratamento contra um câncer, no começo deste ano: "Saí correndo pelo hospital de cadeira de rodas. Nunca ri tanto na minha vida. Obrigada, enfermeiras!"

Há duas semanas, a mesma página fez uma rápida pausa nas brincadeiras para dar o recado: "Ótima notícia aos fãs da Hebe. Ela está curada do câncer." Atualmente, abaixo do nome Hebe Camargo, o responsável pela conta falsa informa: "Perfil fake." Segundo a assessoria da apresentadora, existe apenas um perfil legítimo de Hebe na internet, no endereço twitter.com/ hebeoficial .

José Mayer aparece no Twitter soltando frases típicas do personagem encarnado pelo humorista Hubert nas paródias da novela "Viver a vida", no programa "Casseta & Planeta". Ele também dá as caras num perfil do Facebook .

- Não tenho nem planejo ter nenhum perfil em rede social. A internet é algo misterioso para mim - resume o ator. Leia +.

fonte: O Globo
dica do Marcos Florentino

13 motivos para deixar o Orkut

O site Baixaki listou 13 motivos para os internautas deixarem a rede social mais popular do país: o Orkut. Os brasileiros representam 50,6% de todos os perfis cadastrados (segundo dados do dia 4 de maio de 2010). O país é seguido pela Índia, com 20%, e pelos Estados Unidos da América, com quase 18%.

O site recebe muitas críticas de seus usuários, porém o número de cadastros não para de crescer. Os motivos foram listados por Renan Roesler Hamann.

Confira a lista de motivos e diga se concorda com eles:

1) Demora nas atualizações
O Orkut demorou cinco anos para lançar uma nova versão. E apesar de as mudanças gráficas nas páginas de usuários serem muito ferozes, páginas de comunidades continuaram iguais, ganhando apenas algumas curvas. Isso muito após o lançamento do “Novo Orkut”, provando a demora citada acima.

2) Apps com baixa qualidade

Felizmente há exceções, mas grande parte dos aplicativos criados para o Orkut, ou pelo menos dos principais, são feitos com base em aplicativos de sucesso em outras redes sociais, como o Facebook. Além da falta de aplicativos originais, muitos dos que são criados para o Orkut acabam possuindo pouca qualidade gráfica ou bugs, por serem feitos às pressas.

3) Aplicações aparecendo nas atualizações de usuários

As atualizações de amigos são muito interessantes, pois se pode considerar que o mecanismo simula de certa forma alguns serviços de microblogs. O problema é que às vezes essas atualizações deixam de dizer respeito às fotos e mudanças nos perfis, para se limitarem a mensagens como “Seu amigo está jogando Colheita Feliz”.

4) Comunidades tornaram-se rótulos de identificação

No início, os usuários se reuniam para discutir os principais assuntos relacionados ao tema proposto pela comunidade. Com o passar do tempo foram sendo criadas muitas comunidades iguais e também muitas que passaram a se tornar rótulos.

Ao invés de participar ativamente de cinco ou seis comunidades, todos começaram a ingressar em centenas delas, esperando que assim, outros usuários entendessem melhor o perfil colocado na web, dispensando uma resposta conveniente à cruel pergunta: “quem sou eu?”.

5) Muitos perfis falsos

Os perfis “fake” já foram um incômodo maior, mas muitos foram excluídos depois de uma limpa feita pela equipe da Google. É verdade que hoje as respostas às denúncias são muito mais rápidas, mas isso não impede a proliferação dos perfis falsos, ainda mais com a eliminação da obrigatoriedade de convite para o ingresso na rede.

6) Muita privacidade

É preciso admitir, todos que estão no Orkut já o utilizaram para “fuçar” a vida de outros usuários. Com o excesso de opções de segurança e privacidade (o que não é ruim para todos), esses momentos de “espionagem” tornaram-se impossíveis.


7) Orkut Promova

Criar promoções sobre festas, atos públicos ou outras ações é ótimo. Só que o Promova foi atingido pelo vírus do mau uso e tornou-se uma chateação para os usuários, pois começou a ser usado para difundir mensagens ofensivas, satíricas ou simplesmente para frases sem sentido.

8) Público limitado

Ao contrário do que acontece em outras redes sociais, como o Twitter, o público do Orkut é muito limitado ao Brasil. Isso se deve ao fato de a rede ser dominada pelos brasileiros, mas também porque a Google só mostra resultados que possuam compatibilidade com o perfil acessado.

Por que isso é chato? Simples, impede os usuários de contatarem usuários de outros países e agregar outros elementos às culturas pessoais, o que é muito mais fácil em serviços como o Facebook, que possui um público muito mais heterogêneo.

9) Problemas para enviar recados com links

Depois de um tempo em que todo e qualquer link era aceito pelas páginas de recados, o que gerava a proliferação de muitos vírus disfarçados em “fotos da festa de ontem”, agora é quase impossível mandar um recado com link sem passar pelo “pente fino” do Orkut.

Devido à grande demanda por segurança, mesmo vídeos do YouTube passam por verificações de remetente, ou seja, é difícil passarem direto sem que seja necessária a digitação do texto de confirmação. Mesmo assim, em alguns momentos os recados vão para a pasta de spam.

10) Não é mais para reencontrar amigos reais

Se lá no começo o Orkut era muito divertido para que os usuários encontrassem velhos colegas de escola ou de faculdade, o mesmo já não pode ser dito. Depois de passar por um período em que uns adicionavam outros usuários apenas para aumentar o número de amigos, a rede social acaba substituindo relacionamentos reais.

11) Depoimentos já foram mais legais

“Diga ao mundo o que você pensa sobre seu amigo”, essa era a proposta dos “Testimonials” lá nos primórdios da rede social. Os depoimentos trocados eram bastante sentimentais e sinceros, dando realmente um significado à utilização deles.

Como quase tudo o que era pra ser dito, já foi dito, a grande maioria dos perfis começaram a ser bombardeados por depoimentos rasos, disputas pelo “topo na lista”(espaço)dos depoimentos e tantos outros que fogem dos ideais do Orkut. Isso sem falar que muitos utilizam os depoimentos para enviar “recados secretos”.Outro exemplo muito bom

12) Usuários inconsequentes

“Hey gata, me add!” é uma frase recorrente na rede social, mas isso não é o pior. Há muitos usuários inconsequentes no Orkut, que não estão interessados em leis morais e colocam fotos chocantes, frases ofensivas e tantas outras coisas que tanto incomodam os outros.

13) Marcar amigos em fotos

Tudo bem, marcar os amigos nas fotos pode ser bem útil, ainda mais porque os marcados têm acesso direto às fotos por meio da página de perfil. O problema é que uma nova modalidade de imagens surgiu com isso.

Difícil encontrar quem nunca tenha sido marcado em fotos do tipo “todo mundo tem um amigo”. Como vários usuários aderiram ao modelo, muitos se viram obrigados a desabilitarem a marcação para que pudessem parar de ser marcados em desenhos junto com outros muitos usuários.

fonte: Adnews

se a lista ñ convenceu vc, me add no perfil 2. =)

5.5.10

Minha nada mole vida (9)

10irawebica

via PIX

4.5.10

Bando de idiotas egoístas

Cara, somos um bando de idiotas egoístas! Vejo acúmulo de riqueza por toda parte. O livro Atlas Deu de Ombros, o verdadeiro evangelho do interesse próprio escrito por Ayn Rand, vende mais no site da Amazon que A Audácia da Esperança, livro que definiu a trajetória de Barack Obama. E mais, a confiança nas instituições que tradicionalmente espera-se que apóiem e incentivem a filantropia e seu equivalente do mal, a redistribuição – ou seja, o governo, as ONGS e a Igreja - parece ter atingido um recorde negativo.

Acrescente a isso o fato de que uma pesquisa recente do Pew Research Center constatou que os Milenais (pessoas entre 18 e 29 anos, cujas vidas foram inteiramente moldadas pela tecnologia), talvez sejam a geração menos religiosa da história. Cerca de 26% deles afirma não ter nenhuma tipo de ligação com a igreja.

Do ponto de vista filantrópico, isso pode parecer ruim: americanos tendem a dar duas vezes mais para as igrejas do que para a “caridade secular”. Mas essas mesmas pessoas enviam dezenas de milhões de dólares para vítimas de terremotos em terras distantes através de mensagens que autorizam a cobrança da doação na sua conta de celular.

Para esta nova geração de doadores, cultura pop, discurso público, mídias sociais e a caridade percorrem a mesma trilha. Nela, velocidade é algo bom, mas a ganância não é. Como isso ocorre?
Parece que fomos feitos para isso. Nossos cérebros liberam doses de dopamina que parecem nos dar os parabéns quando temos um comportamento altruísta – algo que somos impelidos a fazer no instante que testemunhamos algo terrível.

Melissa Brown, diretora associada de pesquisa do Centro de Filantropia da Universidade de Indiana, chama isso de nossa "resposta altruísta imediata" (RAI). Contudo, ela acrescenta que os impulsos da RAI são facilmente anulados pela demora: "A Geração X e os Milenais não querem passar pela dificuldade de digitar um número de cartão de crédito de 16 dígitos para fazer uma doação de 25 dólares".

Felizmente, agora temos ferramentas digitais que acompanham com rapidez suficiente o nosso “gatilho” de empatia inata. Quer ajudar? Envie uma mensagem de texto custando alguns dólares para um determinado número e, de repente, você é parte da solução. Isso, sabemos agora, faz-nos sentir bem no nível neuroquímico. De fato, pode-se facilmente imaginar os avanços sócio-tecnológico nos unindo em uma espécie de superorganismo descentralizado - a matriz nervosa da pan-humanidade que detecta onde dói e envia ajuda em tempo real. Lembra da árvore das almas, feita de fibra ótica, do filme Avatar? Muito bem, meu irmão azul: ela já existe, e está brotando do seu telefone ou smartphone.
Aproveitar esse altruísmo neurobiológicos pode mesmo gerar mudanças reais e duradouras no lugar mais necessário: shows beneficentes promovidos por celebridades. Pense nisso: no mesmo dia em que soubemos do terremoto que atingiu o Haiti, o músico haitiano Wyclef Jean pediu doações pelo seu Twitter. Milhões de pessoas agiram imediata e apaixonadamente.

No momento que os shows beneficentes com os rappers P. Diddy e Pharrell começaram a acontecer, sentimos impulsos altruístas tardios e parecia algo forçado – ao menos para aqueles que reagiram à crise em tempo real. Mais eficaz ainda é a técnica empregada por Alicia Keys, que apresenta imagens de crianças carentes em seus shows. Em seguida, pipocam flashes com um número para doação por celular, satisfazendo a RAI de seus fãs. Pop + tecnologia = ajuda.
Naturalmente, esse altruísmo dependente de impulso tem suas desvantagens. Por um lado, essa dependência de estímulo faz com que ele não dure muito tempo, algo fundamental para a sobrevivência da maioria das organizações de caridade. Também significa que estamos sujeitos "aos caprichos da próxima blitz de mídia", disse Brown.

Sem as imagens horríveis e a sensação visceral de testemunhar as catástrofes em tempo real, as preocupações se tornam apenas imediatistas. (Alterações climáticas? Reformas no mercado? Desculpe - é como tentar ficar chapado com orégano) Mas se o que tem sido chamado sentimentalmente de nossa “humanidade comum", não passa de uma sensação neural com um prazo de validade medido em nanosegundos. E daí? Pelo menos agora temos a tecnologia para explorar isso. Talvez se Atlas tivesse um telefone celular, ele não daria os ombros. Refletiria sobre mandar seis dólares para a Cruz Vermelha.

Scott Brown, na revista Wired.

O deafio é descobrir qual a relação entre o afastamento da igreja e o aumento do interesse na caridade.

3.5.10

PowerPoint Makes Us Stupid

We Have Met the Enemy and He Is PowerPoint



Like an insurgency, PowerPoint has crept into the daily lives of military commanders and reached the level of near obsession. The amount of time expended on PowerPoint, the Microsoft presentation program of computer-generated charts, graphs and bullet points, has made it a running joke in the Pentagon and in Iraq and Afghanistan.

“PowerPoint makes us stupid,” Gen. James N. Mattis of the Marine Corps, the Joint Forces commander, said this month at a military conference in North Carolina. (He spoke without PowerPoint.) Brig. Gen. H. R. McMaster, who banned PowerPoint presentations when he led the successful effort to secure the northern Iraqi city of Tal Afar in 2005, followed up at the same conference by likening PowerPoint to an internal threat.

“It’s dangerous because it can create the illusion of understanding and the illusion of control,” General McMaster said in a telephone interview afterward. “Some problems in the world are not bullet-izable.”

...Commanders say that behind all the PowerPoint jokes are serious concerns that the program stifles discussion, critical thinking and thoughtful decision-making.

I wonder how much church meetings and sermons are being dominated by PowerPoint? I expect quite a lot. Leia + (em inglês).

fonte: The New York Times
dica do Gustavo K-fé

30.4.10

Desabafo de um blogueiro

NÃO SOU UMA GAVETA PARA GUARDAR BADULAQUES DO SUPOSTO CONSERVADORISMO. CONSERVADORES RESPEITAM INDIVÍDUOS

Sabia, claro, que muitos discordariam do que escrevi sobre o adoção de crianças por parceiros gays. Sabia com base na experiência: já expressei aqui esse ponto de vista e apanhei bastante à época. Não contei, mas creio que a maioria dos comentários publicados é contrária à minha opinião (e já mais um monte esperando moderação). Tive de excluir muitas intervenções. É impressionante! Tal tema desperta a besta que está adormecida no coração de muitas pombas da paz. Acho a militância gay uma chatice. Acho militância negra uma chatice. Acho a militância verde uma chatice. Acho a militância feminista uma chatice. Acho a militância religiosa uma chatice. Acho a militância uma chatice!!! Quando a pessoa vê o mundo apenas segundo o fortalecimento ou o enfraquecimento do grupo a que pertence, perdeu o sentido da universalidade, parou de pensar.

Boa parte dos que me criticaram, alguns com impressionante violência, pergunta: “Oh, mas que conservador é você? Defende o fim do celibato sacerdotal; agora, a adoção de crianças por gays. Isso é incoerente.” Pois é! Sou um indivíduo, não uma gaveta de badulaques do conservadorismo. Uma das razões fundamentais por que deploro os vários esquerdismos é a sua incapacidade de reconhecer a autoridade do indivíduo sobre a manada. Eu não me obrigo, nunca!, a pensar isso ou aquilo para não contrariar o meu público!!! Até porque não tenho “público”, tenho leitores. São autônomos. Pensam com a própria cabeça — freqüentemente contra a opinião do blogueiro. E daí? Isso não é uma igreja, os internautas não são fiéis, e sagrada, aqui, é só a obrigação de pensar. Respondo a algumas questões que apareceram nos comentários:

“Não te leio mais”

Ok. É do jogo. Alguém já me viu aqui a recorrer àquele truque vigarista de estimular os leitores a dizer primeiro o que pensam para que eu, “como cachorro de sarjeta, saia atrás do batalhão”, para lembrar música antiga? No dia em que eu deixar de dizer o que penso porque “vão me levar a mal”, fecho o blog, vou fazer outra coisa. Não tenho milhares de leitores, muitos milhares, porque puxo o saco de pensamentos influentes, de um ou de outro lado. Quem freqüenta o blog na expectativa de que SÓ VAI LER coisas com as quais concorda não quer ler o blog, mas a si mesmo. Recomendo que crie a própria página e passe a adorá-la, todos os dias, como se fosse um altar de verdades reveladas. Comigo, não, violão! Leia +.

Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo

28.4.10

Facebook e Twitter crescem nas redes sociais, mas Orkut continua líder no acesso entre brasileiros

As visitas dos internautas brasileiros ao Facebook e ao Twitter aumentaram desde abril de 2009, mas o Orkut segue na liderança de acessos no país, segundo mostrou pesquisa da Serasa Experian Hitwise, obtida pela Folha. A Serasa fornece informações sobre a interação de 100 mil pessoas em mais de 150 mil sites no país.

O Facebook cresceu 804% em acessos desde abril de 2009 e o Twitter subiu 768%. "O levantamento aponta que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente", afirma a pesquisa.

Apesar do crescimento, a porcentagem de visitas aos sites segue baixa em comparação ao todo: o Facebook tem 2,35% dos acessos da categoria Redes sociais e Fóruns da pesquisa e Twitter tem 1,91% da mesma categoria. O Orkut lidera a categoria com folga -tem 62,14% dos acessos- e quem mais se aproxima dele é o YouTube, com 17,23% das visitas.

Quando são contados todos os sites mais acessados pelos brasileiros, o Orkut ficou em segundo lugar, atrás apenas do Google Brasil (serviço de busca), informou o estudo. Apesar disso, no período das férias escolares (entre o final de novembro de 2009 e o começo de fevereiro de 2010), o Orkut chegou a ultrapassar o Google.

Quadro geral

As redes sociais e os fóruns só perdem em acesso para os mecanismos de busca, segundo a pesquisa do Serasa Experian Hitwise. Em seguida, estão serviços como portais, serviços de e-mail e games. As páginas menos acessadas são as de bancos e instituições financeiras.
Mas, em tempo médio de visita, as redes sociais ficam na liderança, com 22 minutos e 51 gastos nesses sites. Em seguida, ficam sites da categoria Entretenimento.

fonte: Folha de S.Paulo

26.4.10

57 milhões de cliques e US$ 100 mil no bolso

Mais rico, pai conta como hit virtual de filho anestesiado mudou vida da família

Arquivo Pessoal

Família Devore: David, 9, sua mãe Tessie, e seu pai David, junto com o filho William, 4

Vídeos virais têm geralmente um ciclo de vida curto. Eles nascem, crescem alucinadamente com a velocidade dos cliques e pouco depois morrem no limbo da internet. Esse não é o caso, no entanto, de “David After the Dentist” (David depois do dentista): um ano após ser colocado no YouTube, o arquivo que mostra o jovem David fora de si por conta de uma anestesia ainda rende muitos cliques, dólares, prêmios e entrevistas à família Devore – inclusive ao UOL Tecnologia, para quem o pai do garoto confirmou já ter embolsado “pouco mais de US$ 100 mil” com o sucesso.

Recentemente, o arquivo que já contabiliza mais de 57 milhões de cliques (somente a versão original) foi indicado como finalista entre os vídeos virais do Webby Awards 2009, considerado o Oscar da internet. Com isso, diminuíram ainda mais as chances de os internautas pararem de clicar no play para ver o pequeno David perguntando, em inglês, se “essa é a vida real”. A frase, inclusive, deu origem às camisetas e adesivos que a família da Flórida vende online.

“Estamos muito empolgados com a indicação para o Webby Awards. Muitos dizem que ser indicado já basta, mas queremos ganhar. David quer ir para Nova York, principalmente para conhecer a [loja de brinquedos] Toys R Us. Por favor, votem em nosso vídeo”, escreveu em entrevista por e-mail um entusiasmado David Devore, pai de David. O garoto, hoje com 9 anos, também é filho de Tessie e tem um irmão mais novo, William, de 4 anos. Confira o vídeo (legendado) que deu fama aos Devore e também os principais trechos da entrevista.

Juliana Carpanez, no UOL Tecnologia.

Confiança nos amigos cai com redes sociais

Uma mantra diz que as redes sociais são uma maneira de os anunciantes contarem histórias autênticas e críveis a seus consumidores, cuja confiança em CEO´s, membros do governo e analistas de mercado está abalada. Mas de acordo com o último Barômetro da Confiança da Edelman, o número de pessoas que enxergam em seus amigos e parceiros como fontes confiáveis de informação sobre uma empresa caiu pela metade desde 2008, de 45% para apenas 25%.

Para Richard Edelman, presidente da Edelman, trata-se de um sinal dos tempos. "Os eventos dos últimos 18 meses assustaram as pessoas. Elas precisam ver as mensagens em lugares diferentes e a partir de diferentes pessoas, desde experts bem como empregados da empresa e amigos", diz. "É um período de ceticismo. Então, se a companhia olha para o marketing boca-a-boca como solução, estão certas, mas ela precisa entender que esta não pode ser mais a única saída, mas sim uma parte da solução", conclui.

Os consumidores estão descrentes de modo geral. A credibilidade da TV caiu 23 pontos percentuais e radio e jornais outros 20 pontos na comparação de 2008 com 2010.
Quando perguntadas se a informação sobre uma companhia parecia crível no caso de ela ser passada por "uma pessoa como você" (o chamado americano médio) o número caiu também. Apenas 39% acreditam que as mensagens ditas por consumidores eram confiáveis, contra 45% em 2009.

Por outro lado, a figura do CEO ganhou força na confiabilidade. A estratégia de levar o líder executivo para a frente da comunicação, algo feito pela General Motors com Ed Whitacre (e pela Toyota em um momento negativo de recall, com Jim Lentz) aumentou a confiança das pessoas no CEO, de 17% em 2009 para 26% neste ano. Também ganharam confiabilidade membros do governo (22% contra 27% neste ano), analistas do mercado financeiro (46% contra 52%), ONG´s (42% contra 44%) e acadêmicos (61% contra 64%).

Ou seja, o fato de os consumidores pararem de acreditar no que seus amigos e pessoas comuns dizem em testemunhais do produto ou empresa, há implicações significativas para anunciantes e redes sociais, bem como outras plataformas de marketing boca-a-boca.

Plataformas como Facebook e Twiiter permitiram às pessoas manterem círculos de associação casual mais amplos, o que pode ajudar a diluir a credibilidade das redes. Em outras palavras, quanto mais conhecidos a pessoa tem, mais difícil de confiar nele ou nela.

Fonte: M&M Online

"Redes sociais são ridículas. Prefiro usar esse tempo sentado no bar"

Mais um músico se juntou ao hall dos que odeiam as facilidades da tecnologia. Desta vez quem deu uma de reclamão foi o cantor e compositor Paul Weller, que acha que "todas as pessoas que passam a noite fuçando no Facebook e outras redes sociais são ridículas."

Em entrevista ao The Independent, Paul Weller afirmou que a tecnologia não é algo ruim - afinal, várias técnicas modernas de gravação foram muito utilizadas em seu novo álbum, Wake Up The Nation. Entretanto, não existe como perdoar a futilidade das redes sociais.

"Por que não utilizar esse tempo para ir até o bar? Um cara uma vez veio até mim e perguntou se eu tinha Myspace. Sabe o que eu respondi? 'Ei, esse é o MEU espaço, (fazendo um trocadilho bem infame com o nome da rede social especializada em música, que em tradução literal significa espaço) e você está invadindo. Sai fora!", reclamou.

Não é só Paul Weller que tem pouca paciência para usuários de redes sociais. Os músicos Dave Ghrol, do Foo Figthers e do Them Crooked Vultures, Trent Reznor, do Nine Inch Nails, e a cantora Miley Cyrus adoram advogar a respeito da perda de tempo que redes como o Facebook e o Twitter representam. Curiosamente, nenhum deles aguenta muito tempo sem dar uma espiadinha na timeline do Twitter e postar alguma coisa...

fonte: Vírgula

19.4.10

Veja prepara concorrente para UOL, Terra e G1

A Veja.com colocará no ar um novo portal para concorrer com grandes sites de notícias como G1, iG, R7, Terra e UOL. O site prepara a repaginação para junho deste ano e conta com o trabalho de 70 pessoas no projeto. Não há ainda informações de investimento.

De acordo com informações, o portal terá mais ferramentas e mais conteúdo aberto, além de contar com uma atualização contínua. Com isso, apesar de não participar desse mercado atualmente, a Veja.com pretende competir diretamente com sites especializados em "hardnews", isto é, notícias a toda hora.

O mercado

A Veja dá sequência ao movimento que teve a Record como último protagonista. O lançamento de peso mais recente neste segmento foi o R7, portal de notícias da Record, que entrou no ar em setembro do ano passado. Na época, a emissora investiu R$ 100 milhões para a estruturação e na contratação de 300 profissionais, que tem 160 jornalistas.

Na última quinta-feira (15), o G1, portal de notícias da Globo também passou por uma repaginação completa, com a qual dizia esperar uma “integração ainda maior com a TV Globo”.

A concorrência desses portais ficou mais ferrenha com a participação cada vez maior dos usuários, que passaram a interagir diretamente em relação ao conteúdo dos sites, principalmente os noticiosos.

De acordo com a última medição de audiência a que o AdNews teve acesso, em novembro, o UOL era o líder dos portais de notícias brasileiros, com 26,8 milhões de visitantes únicos por mês, seguido por IG (23,2 mi), Terra (22,1 mi), Globo (21,7), Abril (13,4 mi), R7 (4,54 mi) e AOL (4,38 mi).

fonte: AdNews
dica da Marília Cesar

Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo serão os editores... #brinks #CORRÃO

TV e internet: cada vez mais unidas

Nos EUA, 60% dos telespectadores acompanham a programação ao lado do computador



TV e Internet formar o par perfeito. Não duvide disso. Cada vez mais os programas de televisão passam a também gerar conteúdo online. A exemplo disso é o twitter, praticamente todas as emissoras de TV possuem um microblog para conversa direta com o telespectar/internauta. Muitas emissoras até disponibilizm conteúdo exclusivo para a web como vídeos que você o internauta não viu na telinha.

"Praticamente todo mundo da minha sala, todo mundo que eu converso fica com o notebook do lado. Aí um informa o outro 'ah, agora está passando esse programa, olha lá, vai passar um documentário amanhã, às três da tarde'. Então, além de a gente acompanhar as informações, a gente troca informações pelo Twitter", explica a estudante Karina de Oliveira Brandão.

Nos Estados Unidos, uma pesquisa da Nielsen revela que 60 por cento das pessoas que assistem televisão ficam conectadas à Internet simultaneamente. No Brasil, a situação não parece ser diferente. Basta acessar o Twitter durante algum jogo de futebol e, mais recentemente, durante reality shows. E o pessoal dos blogs também está, aos poucos, entrando nessa brincadeira. O pessoal do “Te dou um Dado” é um exemplo. Eles adotam o Live Blogging, uma ferramenta nos moldes de um bate-papo que permite aos moderadores interagirem de uma forma diferente com convidados e com o os leitores.

"É tipo um Twitter, mas é um pouco mais denso no sentido de ter mais gente falando ao mesmo tempo e você conseguir, ou ter que interagir com todo mundo e comentar sobre a mesma coisa, e não sobre assuntos diversos", conta a blogueira e jornalista Lele.

E isso não é só quando ela se dedica ao blog. Lelê é editora de um portal de notícias em São Paulo, e não tira os olhos da televisão e do Twitter nem no trabalho. Enquanto fazíamos esta matéria, lá estava ela mandando seus tuítes. Para a jornalista, esse modo de consumir a informação é uma nova tendência proporcionada pela rapidez das redes sociais.

"Eu acho que é a grande sacada de agora. Tanto é que a gente viu e fez a primeira vez, e hoje está todo mundo fazendo. Inclusive na final do Big Brother a Folha Online fez. Então eu acho mesmo que é uma super sacada, porque a interatividade agora tem que ser cada vez maior para você agregar público e agregar leitor. O cara não aguenta mais ouvir de um lado só, ele quer participar", diz Lele.

Dá até para ganhar um dinheiro com esse tipo de interação. A equipe do blog já foi convidada por um canal de TV a cabo para comentar um filme por meio da plataforma de bate-papo. E ainda há outras formas para garantir um orçamento a mais no fim do mês, como colocar um banner na interface do programa.

No serviço de microblog vários programas de televisão já possuem contas para divulgar seus conteúdos. Existe até um perfil que exibe em alguns momentos do dia a audiência de vários programas de televisão. É a prova de que as duas mídias já estão mais que interligadas.

"Impacta muita na audiência, certamente. A gente chegou a ter 30 mil pessoas ao mesmo tempo na mesma janela conversando", revela a blogueira.

fonte: Olhar Digital [via Humana Digital]

16.4.10

10 segundos para salvar o mundo

Nesse joguinho simples, é possível controlar Jesus com o teclado do computador e fazê-lo salvar o mundo. Para aos mais puristas, observe que para cada situação existe uma referência bíblica no alto. Cada jogador tem 10 segundos para realizar todas as tarefas.
para jogar "Run, Jesus, run", clique aqui. Confira o vídeo abaixo como funciona.



Fonte: Molle Industria

12.4.10

4 passos para gerenciar as redes sociais nas empresas

A simples menção ao termo ‘rede social’ assusta a maior parte dos CIOs. Eles atrelam o tema à possibilidade de divulgação indevida dos dados, problemas de privacidade e queda de produtividade das equipes. A questão é que não há mais como negar a existência desses ambientes colaborativos nas empresas e eles podem trazer ganhos para as organizações.

Ao contrário do que alguns departamentos de TI defendem, boa parte dos funcionários tem usado, sim, as redes sociais de forma positiva, segundo recente estudo da consultoria Forrester Research. No relatório, as três razões mais citadas para que as pessoas acessem esses ambientes são: manter-se atualizado com as notícias, procurar ideias que ajudem no trabalho e colher informações também relacionadas às necessidades profissionais.

Diante dessa constatação de que as rede sociais podem representar algo positivo, a Forrester aconselha os CIOs a posicionar a TI como líder da estratégia de como a corporação deve lidar com esses ambientes. “Existe uma percepção de que ‘social’ é algo de marketing e a TI não deveria se envolver”, analisa a vice-presidente e principal analista da consultoria, Nigel Fenwick. Ele defende que, na realidade os dois departamentos (tecnologia e marketing) precisam trabalhar em conjunto para obter sucesso.

Sobre a participação do CIO no processo, a Forrester afirma que ele deveria servir como um orientador e um facilitador para os profissionais. Mas para serem bem-sucedidos nesse caminho precisam seguir quatro passos:

1. Entender as pessoas para engajá-las. Os gestores de TI precisam analisar como os profissionais agem nas redes sociais. De forma geral, a Forrester aponta para a existência de três perfis de usuários: os espectadores (que mantêm blogs ou acessam páginas para baixar vídeos ou áudios), participantes (que têm perfis nas redes sociais), críticos (que reagem a conteúdos online, com comentários e análises) e ‘conversadores’ (pessoas usuárias do microblog Twitter).

2. Defina os objetivos. A consultoria cita que se multiplicam os casos de empresas que conseguem ter sucesso em ações nas redes sociais, graças à capacidade de atingir muitas pessoas ao mesmo tempo. Mas para ter sucesso, as iniciativas nesses ambientes precisam estar ligadas à inovação, como criar um vídeo para encorajar os profissionais; à colaboração, com projetos nos quais as pessoas podem trocar ideias, opiniões e compartilhar documentos; à suporte, com comunidades nas quais os funcionários podem colocar perguntas e respostas; ao aprendizado, para compartilhar conhecimentos; ou ao armazenamento, transformando as redes sociais em um repositório de informações.

3. Desenvolvimento e implementação. A partir do objetivo de negócio e da determinação de como atingi-lo, a estratégia para as redes sociais deveria se voltar para a questão de como isso pode mudar o relacionamento das pessoas nesses ecossistemas. Em outras palavras, a Forrester afirma que a preocupação precisa ser com a reação dos usuários e não com a tecnologia.

Para isso, o CIO precisa responder a algumas questões: como a iniciativa será comunicada para os profissionais? Qual será o apoio para os membros se encontrarem e ficarem conectados? Como estimular as pessoas a contribuir? De que forma os profissionais serão autorizados a criar conteúdos e colaborar entre si?

Também nessa etapa devem ser consideradas as formas de mensurar o sucesso das iniciativas, seja a partir do aumento da produtividade, conquista de novos clientes ou da redução de custos, por exemplo.

4. Selecionar as tecnologias apropriadas. Além de descobrir as plataformas mais adequadas, nessa etapa o CIO precisa também estar preocupado em implementar políticas de acesso às redes sociais, com normas sobre quais profissionais estão autorizados a entrar nesses ambientes e qual a postura aceitável.

fonte: CIO

Mulheres ultrapassam homens em comunidades virtuais

Em um sinal de reversão inédita e acentuada, as mulheres jovens estão adotando mais as comunidades virtuais do que os homens, segundo aponta um novo estudo divulgado na semana passada.

Em contrapartida, os homens estão mostrando alguns sinais de "fadiga de rede", com um menor número de homens dizendo que comunidades on-line são tão importantes quanto seus equivalentes off-line.

A mudança de perspectiva sobre o tema entre os dois sexos ocorreu em apenas dois anos.

Pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia apontam que 67% das mulheres com menos de 40 anos afirmaram que se sentem tão influenciadas pelas comunidades na web quanto seus correlatos off-line - enquanto apenas 38% dos homens afirmaram o mesmo.

Em 2007, os números eram justamente o inverso: 69% dos homens e apenas 35% das mulheres sentiam a relação de forma semelhante.

Comunidades na internet não significam apenas redes sociais como Facebook, Twitter e MySpace, mas incluem também fóruns on-line cujo enfoque é voltado a hobbies, política ou espiritualidade.

Michael Gilbert, pesquisador sênior da universidade, disse que as mulheres tendem a adotar novas tecnologias de forma mais lenta do que os homens --mas, quando fazem a adoção, muitas vezes superam os homens em seu entusiasmo.

Os resultados fazem parte de um estudo feito em uma década, com 2.000 famílias e seus hábitos digitais. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

fonte: Associated Press [via Folha Online]

7.4.10

O vício da rede social

10% de usuários olham redes sociais até durante sexo

Um em cada dez usuários do Twitter, Facebook e outras redes sociais nos Estados Unidos confere mensagens até mesmo durante o sexo, segundo pesquisa do site de resenhas e preços de produtos eletrônicos Retrevo.

De acordo com a pesquisa, que examinou respostas de cerca de mil pessoas sobre "quando, onde e quanto tempo os passam em redes sociais", o número se refere a usuários com menos de 25 anos. Acima da idade, são 6% os internautas que dizem não abandonar as redes sociais até mesmo durante o sexo.

No estudo, quase metade também respondeu que costuma interromper as refeições para acompanhar atualizações das redes sociais . Vinte e quatro por cento dos entrevistados com mais de 25 anos e 12% daqueles com menos de 25 anos também disseram que costumam ler mensagens eletrônicas mesmo se estão no banheiro.

"Com todo mundo enviando mensagens em seus telefones nestes dias, nós não estamos surpresos de ver que 40% das pessoas que responderam (à pesquisa) disseram que não se importam de ser interrompidas por uma mensagem", comentou o Retrevo. O site The Huffington Post lembrou que outra pesquisa recente apontou que 15% dos americanos já interromperam o sexo para atender o telefone celular.

Fonte: Terra

No banheiro, durante o ato... esse mundo está cada vez mais nerd :P

5.4.10

Coral virtual

Foram 158 vozes cantando a mesma música, e ninguém precisou sair de casa. O compositor e regente de corais Eric Whitacre, americano, arrebanhou cantores de 12 países – a grande maioria dos Estados Unidos – para executar uma de suas obras, “Lux Aurumque” (algo como “Luz do Ouro”, em tradução livre), via internet. Ele juntou as performances em um programa de edição de vídeos e postou o resultado no YouTube. Confira:



E ele ainda diz que quem quiser participar do próximo número de seu projeto, “Coro Virtual”, pode deixar uma mensagem em seu canal do YouTube ou em seu site pessoal. Alguém se habilita? Para ver o primeiro vídeo do projeto, lançado há oito meses, clique aqui.

Rafael Pereira, no Bombou na Web.

Estudo aponta que 52% de blogueiros se acham jornalistas

Um estudo realizado nos Estados Unidos e Canadá sobre mídia e blogs concluiu que 52% dos blogueiros entrevistados se consideram jornalistas.

Este é um acréscimo significativo em comparação com a pesquisa de 2009 das empresas PR Week e PR Newswire, quando cerca de 33% tinham essa opinião.

No entanto, apesar da auto-imagem profissional, a pesquisa também apontou que "somente" 20% deles obtêm a maior parte de sua renda pelo trabalho blogueiro. É um aumento de 4% desde 2009.

Blog como ferramenta

O uso de blogs e redes sociais para pesquisa é discrepante de acordo com o usuário, mostrou a pesquisa: 91% dos blogueiros e 68% de repórteres on-line afirmam que "sempre" ou "algumas vezes" usam blogs para pesquisa, enquanto 35% dos jornalistas de jornais impressos e 38% dos de revistas afirmam fazer o mesmo.

A divergência também aparece quando se fala em redes sociais: 33% dos que responderam as usam, mas 48% dos blogueiros o fazem, 31% dos representantes de jornais impressos e 27% dos de revistas.

Quanto ao uso de Twitter, 64% dos blogueiros afirmaram utilizá-lo para suas pesquisas, enquanto o mesmo ocorre com 36% dos jornalistas on-line, 19% dos de jornais impressos e 17% dos de revistas.

Foram entrevistados mais de 1.500 membros da mídia "tradicional" e "não-tradicional". Veja mais sobre a pesquisa no site da PR Newswire.

fonte: Folha Online

então... já sei que vão me perguntar no formsprings o que acho... rs

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