A coligação que tem como candidato à Presidência o tucano Geraldo Alckmin entrou com representação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição, de ter feito "ato público de campanha" quando recebeu oficialmente -como presidente- cantores evangélicos no Palácio do Planalto. Os advogados de Alckmin pedem a cassação do registro ou do diploma de Lula e aplicação de multa.
De acordo com o PSDB, o ato pode ser considerado "uso da máquina administrativa em proveito da candidatura". O argumento é de que "em vez de limitar-se a um encontro privado, como legalmente permitido, o presidente transformou a visita em evento público de campanha, não apenas abrindo-o aos fotógrafos e cinegrafistas, como aproveitando para proferir discurso de cunho eleitoral amplamente repercutido pela imprensa".
fonte: Folha Online
12.10.06
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Um comentário:
Procede! Não tinha sido proibido Showmício? O que é isso então? Não digam que foi um culto em Ação de Graça?
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