Como até o ano passado a entidade não havia comprovado a execução total dos programas, a Controladoria Geral da União (CGU) pediu que o FNDE reexaminasse todos os documentos de prestação de contas. O relatório do Fundo, assinado pela auditora Eliane Gonçalves do Nascimento em 23 de novembro, conclui que em um dos convênios havia despesas não previstas, como a contratação de 24 coordenadores e um auxiliar de escritório, e pagamentos de transporte em duplicidade. No outro, todos os pagamentos a professores, que somam cerca de R$ 785 mil, foram feitos pela Fundação em dinheiro e não havia recibos.
Em dezembro, o FNDE mandou uma carta para a sede da Fundação Renascer, em São Paulo, pedindo a restituição dos valores. Até agora, não recebeu nada. A decisão do Ministério da Educação está para ser publicada no Diário Oficial da União. Se a entidade não ressarcir os cofres públicos amigavelmente, será cobrada na Justiça. “Além de devolver o dinheiro, os responsáveis pela Fundação podem ter de responder por improbidade administrativa”, diz o procurador da República Sérgio Gardenghi Suiama, que trabalha no caso.
Em nota enviada a ÉPOCA, a Igreja Renascer afirma desconhecer “qualquer decisão administrativa envolvendo o trabalho educacional da Fundação Renascer”.
fonte: Época
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colaboração: Kesia Leonardo e Leonardo Menezes
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Não foram eles que proclamaram há algum tempo o "ano da restituição"? Deus ouviu as orações...
Um comentário:
Espero que a renascer re-nasça depois dessas vergonhas.
Isso é possível? rsrs
Quantas apos-tolices...
Coloquei seu blog em minha lista também. Um abrço.
Inté!
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