4.9.06

Navegando no xilindró

A SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) do Estado de São Paulo informou que Suzane von Richthofen foi transferida do Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro (175 km de São Paulo) porque a diretora de Segurança e Disciplina da unidade, cujo nome não foi divulgado, permitia que a presidiária usasse o sistema de informática para se comunicar com o mundo exterior.

Foi determinado o afastamento da diretora de Segurança e Disciplina e instaurado procedimento administrativo disciplinar, para apurar o grau de envolvimento e a responsabilidade da funcionária de Rio Claro. O procedimento deve ser concluído em 30 dias.

fonte: Folha Online

3 comentários:

Anônimo disse...

Mas, era só o que faltava! É uma mordomia só, na cadeia pública. Tudo é possível: navegar na Net, usar celular, comandar quadrilhas, comer do bom e do melhor, ter TV, entre outros bagulhos, e tudo por conta do contribuinte! Outra coisa que vive solta é a vergonha ou a falta dela. Está por aí, menos onde precisa. Sobretudo, no poder público! É melhor estar preso que solto, já que nem trabalhar precisa, nem cumprir horário é necessário. Como não são empregados, não perdem o emprego, nem deixam de comer por isso. Não são mandados embora e se resolverem sair, saem.
Presos somos nós. Preso aos compromissos, entre eles o de pagar as contas desses vagabundos, a pagar contribuições desumanas, pagar nossa própria comida, pagar o salário desses corruptos, viagens, combustíveis que gastam. Somos condenados a morrer nas filas de hospitáis, a perder horas para conseguir uma guia no SUS, a não conseguir aposentadoria nem depois de ter trabalhado 35 anos, a receber metade do correspondente ao INSS pago, e depois morrer por falta de medicação, comida e cansaço. É uma pouca vergonha sem fim!
No caso dessa menina, já tem passado por vítima, foi condenada a nada, perto do tempo que merecia. Injustiça é o que impera por aqui!

Anônimo disse...

Está fazendo novos contatos, arrumando um super emprego para quando sair do xadrez. Ou, quem sabe, arrumar outro namorado para dar cabo o irmão que sobrou e ficar com a herança. Só no Brasil!

Anônimo disse...

Pô, essa moça pode retomar sua fortuna futuramente. Quem sabe se lembre do cárcere, e dê alguns trocados para os funcionários bonzinhos. Imaginem, se uma coitada, ignorante e pobre alguém se preocupa com elas. Quanta hipocrisia, não?

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