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Tese de Mestrado em Comunicação defendida por Eliane Muniz Lacerda na Universidade de Brasília
A pesquisa analisa a cobertura da imprensa durante a ditadura militar no Brasil, com base em cinco casos de religiosos acusados pelo regime de praticar atividades subversivas. A análise corresponde ao período histórico de 1968 a 1977. Os cinco casos em estudo foram selecionados entre dezoito noticiados pela imprensa neste mesmo período. A divulgação feita pelos jornais Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e O Globo totalizou 53 notícias. A cobertura da imprensa é analisada a partir da perspectiva de abordagem da Hipótese da Agenda-setting e do enquadramento dado às notícias. No caso do agendamento da imprensa, tem-se como referência a atuação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como promotora de notícia na defesa dos religiosos e dos direitos humanos. Observa-se também o enquadramento dado pela imprensa aos casos de religiosos acusados de praticar atividades subversivas e se houve uma correlação entre o que a CNBB agendou e o que foi noticiado pelos jornais.
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O jornalismo nos limites da liberdade [Observatório da Imprensa]
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