3.2.10

Marginalizados no mundo, centrais na Igreja

"Aqueles que são marginalizados no mundo são centrais na Igreja, e é assim que deve ser! Portanto nós somos chamados como membros da Igreja para continuar indo às margens da nossa sociedade. Os sem-teto, os famintos, os órfãos, pessoas com AIDS, nossos irmãos e irmãs perturbados emocionalmente - eles requerem nossa primeira atenção.

Podemos confiar que quando nós estendermos a mão com toda a nossa energia para as margens da nossa sociedade nós descobriremos que pequenas discordâncias, debates infrutíferos e rivalidades paralisantes irão gradualmente cessar e desaparecer.

A igreja será sempre renovada quando nossa atenção mudar de nós mesmos para aqueles que precisam do nosso cuidado. A bênção de Jesus sempre vêm a nós através do pobre. A experiência mais notável daqueles que trabalham com o pobre é que, no final, o pobre dá mais do que recebe. Eles nos dão comida..."

Henri Nouwen

Via
Anyulled

Um comentário:

Pulika disse...

Muito bem lembrado, mas eu perguntaria: Pra quê priorizar os excluídos? Para consolá-los, para que eles sofram a tirania sem reclamar, confiantes num 'reino' que virá só depois da morte? Enfim: para dar-lhes a caridade de um ópio?
Ou, pelo contrário, para dar-lhes voz, mobilizá-los, animá-los e junto com eles mudar o mundo em nome da caridade e da justiça, porque Jesus viveu e morreu para que todos tivessem vida em abundância?
Estaríamos todos e todas dispostos(as) a correr o risco, e junto com Jesus subir resolutamente a Jerusalém, para morrermos com ele nas mãos de Pilatos e os chefes do Templo?

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