3.2.10

Shofar way (4)



Sete igrejas evangélicas já se tornaram sinagogas na Colômbia e "assumiram" a fé judaica, inclusive negando a Jesus como Messias. A reportagem considera esse o novo fenômeno religioso do país. Existem ainda dezenas de comunidades evangélicas que vivem uma fé híbrida, com elementos judaicos incorporados ao culto e à vida cotidiana.

Qual será a primeira igreja brazuca a seguir essa tendência?

veja + (em espanhol)

10 comentários:

didi disse...

A IURD geralmente agrega valores de outras religiões. Minha aposta está feita, heheheheh.

Marcus Vinicius disse...

Acho que a IURD só namora com os valores judaicos. Mas onde moro, um amigo, ex- batista, transformou a igreja dele em uma quase sinagoga, seguindo a tendência de ser judaizante. E um outro usa todos os símbolos e segue o sábado. Faltam a eles apenas negar o messias.

Eliézer disse...

Isso é a cara do Terranova. Importou o G12 da Colômbia, transformando em M12 sob seu pontificado. Pode importar da mesma Colômbia o resgate da Lei, que já lhe é peculiar como ministério (basta ver que o dito cujo penou, mas conseguiu ser nomeado representante brasileiro da "embaixada cristã em Jesrusalém" no Brasil), promove a celebração de festas judaicas, os seus líderes e seguidores são vistos comumente usando tálites e kipares, alguns assumem identidade de profeta judeu do VT nas barbas e roupas, além de possuírem todo tipo de simbolo judaico da lei em suas casas e locais de trabalho.

CHICCO SAL disse...

E a Valnice vai dar as mãos pro Terranova nesta 'nova' empreitada...

@igorpensar disse...

Para não haver injustiça vale uma observação. Deve-se tomar cuidado em confundir "judeus-messiânicos" e Igrejas Judaizantes (que podem se identificar como tal). O judaísmo-messiânico é um movimento internacional com apoio de vários ministérios cristãos pelo mundo. Um movimento composto por judeus que creram em Jesus e preservam sua identidade judaica. Basta olhar os principais portais do movimento www.umjc.org e outros. Igrejas Evangélicas que se judaizam, ou seja, que abrem mão de seus status de comunidade não-judaica, são alertados por judeus messiânicos a não-fazerem isso. O judaísmo-messiânico entre seus pioneiros, basta uma lida no livro "Your people shall be my people" do Pr. Don Finto para compreender, é um movimento legítimo que nada tem haver com o fascínio por estereótipos judaicos experimentado entre as Igrejas Latino Americanas. Este é um fenômeno derivado do cristianismo sionista encabeçado por alguns pastores e líderes cristãos. Por outro lado, é inevitável que o cristianismo tenha algum tipo apreciação por suas raízes judaicas. Basta ler obras como a de Oscar Skarsaunne - À Sombra do Templo (Ed. Vida) para entender este aspecto. O cristianismo é uma outra coisa, mas ainda é uma outra coisa que tem raízes no judaísmo, sem dúvida. A ceia, as Escrituras, os discípulos, a liturgia, o batismo, há vários elementos que possuem raízes profundas somente na cultura hebraica e não em religiões pagãs. Estes fenômenos são uma demonstração clara de que a Igreja vive um crise de identidade generalizada, a migração de cristãos neo-pentecostais para movimentos como esse são previsíveis, pois são cristãos que encontram tradição, que em seus segmentos já foram rechaçadas pelo discurso moderno de que o "novo" é melhor. Mas, como Jesus nos ensinou: o escriba habilidoso, sabe tirar coisas velhas e coisas novas de seu baú. Indico meu texto: Cristianismo sim! Algum problema? http://pensarigor.blogspot.com/2009/12/cristianismo-sim-algum-problema.html

Abraços!

Marcio L disse...

Apocalipse 3.7-12

Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Estas coisas diz o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá: Conheço as tuas obras -- eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar -- que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome. Eis farei que alguns dos que são da sinagoga de Satanás, desses que a si mesmos se declaram judeus e não são, mas mentem, eis que os farei vir e prostrar-se aos teus pés e conhecer que eu te amei. Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra. Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome.

Anônimo disse...

onde adkiru um dakeles bonézinhú?

Jabesmar disse...

Perto da minha casa tem uma comunidade evangélica Judaico Messianica e, pasmem, não há nela nem um só judeu!!!
Tem certas coisas que não me entram na cabeça. Se fossem fazer algo assim para atrair os judeus a Cristo ainda vai, mas uma comunidade judaica sem um judeu que seja é para mim de uma tolice sem precedentes!!!

Gustavo K-fé disse...

Não sei porque, mas toda vez que leio o título desse post acabo lendo "Shofar away" e me vem a música do Dire Straits "So far away from me". Deve ser profético.

Pavarini disse...

Colômbia – Evangélicos se ‘desconvertem’ em judeus

Enquanto o movimento dos judeus messiânicos vai se expandindo mundialmente, estabelecendo sinagogas que, embora respeitando a cultura e a tradição, aceitam a Jesus Cristo como Messias, na América Latina grupos evangélicos judaizantes vão adotando costumes judaicos e negando a história e tradições cristãs (como o Natal), ao ponto de chegar à negação de Jesus Cristo como Messias.

Na Colômbia, a denominação evangélica antes conhecida como “Comunidade Cristã para a Família”, teve sete de suas congregações, totalizando cerca de 300 pessoas, alegando que são descendentes de “marranos” (judeus forçados a se converter ao catolicismo romano pela inquisição colonial) pretendendo se transformar em sinagogas, com o uso da quipá, do xale e de outros adereços e expressões simbólicas e litúrgicas do judaísmo, para, finalmente, abjurar do cristianismo, se afirmar como judeus e negar a salvação em Jesus Cristo.

O movimento judaizante existiu nos primórdios da Igreja Cristã, e foi sendo superado após as decisões do Concílio de Jerusalém (Atos 15), mas tem recrudescido nos últimos anos entre grupos fundamentalistas dispensacionalistas e pentecostais.

fonte: Secretaria Diocesana Anglicana de Comunicação Social

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